Ronaldinho Gaúcho foi o reflexo do Brasil

Ronaldinho Gaúcho simbolizou bem o que foi o Brasil nesta quarta-feira em Manaus, contra o Equador. A expectativa era enorme, o comportamento acabou bem abaixo da expectativa, mas acabou sendo efetivo. O atacante pelo qual o Barcelona pagou US$ 33 milhões marcou um gol disputado, chorado, mas que garantiu a vitória da seleção por 1 a 0, aos 12 minutos do primeiro tempo. Estava garantida a segunda vitória em dois jogos nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006.?O gol foi brigado. Dividi com o zagueiro. Era para cabecear, mas a bola acabou batendo em mim. Foi o suficiente. Desviei e a bola entrou. Era o que interessava. Voltar ao time e fazer o gol decisivo? Não poderia ser melhor. O placar de 1 a 0 está muito bom. Somos líderes das Eliminatórias?, comemorou Ronaldinho Gaúcho. O jogador não foi brilhante tecnicamente. Pelo contrário. Se contentou demais com as instruções táticas de Carlos Alberto Parreira. Ao contrário do que fazia com Luís Felipe Scolari que o deixava fixo na ponta direita, nesta quarta-feira Ronaldinho Gaúcho correu tentando por todo o ataque para abrir espaço ao lateral Cafu.Mas a marcação equatoriana foi implacável. Ronaldinho Gaúcho acabou travado. E não conseguiu produzir o de costume. Acabou substituído aos 22 minutos do segundo tempo. De efetivo, só o gol. Havia cumprido a sua missão no seu primeiro jogo nas Eliminatórias depois de esperar uma partida, suspenso que foi na Copa das Confederações na França.

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