Marcos de Paula/AE
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Ronaldinho Gaúcho visita vítimas de massacre em Realengo

O jogador do Flamengo chegou uma hora depois do previsto e chegou a ser vaiado em sua saída

AE, Agência Estado

15 de abril de 2011 | 19h04

RIO - Ao lado da presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, e do secretário de Saúde e Defesa Civil do Rio, Sérgio Côrtes, o meia Ronaldinho Gaúcho visitou nesta sexta-feira dois hospitais onde estão internadas crianças vítimas do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste. No início da tarde, ele passou no Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, e causou alvoroço e confusão.

Por questão de segurança, os parentes de pacientes internados no hospital foram impedidos de entrar no local até a chegada do craque, que se atrasou. O horário de visita começa às 13 horas, mas o jogador só apareceu lá por volta das 14 horas. Muitas pessoas se revoltaram com a espera. O jogador chegou a ser vaiado quando deixou o Albert Schweitzer. 

Depois, Ronaldinho seguiu para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, na Baixada Fluminense. De lá, foi de helicóptero para o Ninho do Urubu, em Vargem Grande (zona oeste), onde o Flamengo treina. 

"Foi muito emocionante. Tinha muita gente em volta, mas conversei um pouquinho com elas (crianças). Soube que queriam me conhecer e estou aqui para dar um apoio nesse momento difícil. Fico feliz por poder dar um pouco de alegria e desejo que se recuperem. Minhas palavras foram essas", disse Ronaldinho.

"Um deles é muito flamenguista, mas não prometi gol. Não sabia como seria sua reação, pois ainda está sob efeito de medicamentos. Ele se emocionou e eu também. O futebol tem esse poder de dar alegria às pessoas".

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