'Ronaldinho recusou cifras milionárias', diz agente Fifa

Ernesto Bronzetti confirma que jogador brasileiro receberia muito mais se fosse para o Manchester City

Ansa

17 de julho de 2008 | 11h28

"Ronaldinho recusou cifras assustadoras do Manchester City porque quer se recolocar em discussão no Milan", afirmou hoje o agente Fifa, empresário e conselheiro do Milan para o mercado espanhol, Ernesto Bronzetti, ao telejornal italiano de TV a cabo Sky Tg24 Mattina, sobra a nova contratação do clube milanês. Veja também: Ronaldinho faz venda de ingressos para jogos do Milan disparar"Ele tinha [uma proposta de] cinco anos de contrato garantidos no Manchester City, recebendo 12 milhões de euros, e aceitou vir para o Milan por pouco mais da metade", explica Bronzetti, frisando que o craque também "renunciou aos 15% a que teria direito segundo as regras vigentes na Espanha para a venda de jogadores".Entrando nos detalhes da negociação, Bronzetti afirma que "às 20h30 de anteontem [horário local], parecia que o resultado da venda seria negativo porque o Manchester City oferecia de 12 a 13 milhões de euros a mais. Naquele momento foi necessária a força, habilidade e experiência de Adriano Galliani [vice-presidente do Milan], que frente à vontade do presidente do Barcelona, Joan Laporta, de fazer saltar a negociação, mostrou uma frieza excepcional e não desistiu. Iniciamos uma nova negociação do começo".Quanto aos méritos pela contratação do craque brasileiro, Brozentti afirma que a chegada de Ronaldinho era um grande desejo do patrono do clube. "O presidente Berlusconi", concluiu, "que sempre quis esse jogador mesmo quando parecia que o Milan teria abandonado a negociação para tentar outros jogadores como Adebayor e Shevchenko. O presidente foi o homem-chave porque quis muitíssimo esse jogador."

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