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Ronaldo aceita participar de filme sobre refugiada palestina

Filme não terá conotação política, garante responsável, e atacante deve se ausentar do time em setembro

22 de julho de 2009 | 13h21

Ronaldo deve trocar os campos de futebol pela vida de ator por alguns dias. Ele assinou um memorando de entendimentos para participar de um filme iraniano como um tipo de anjo de uma refugiada palestina, baseado em fatos reais. O acordo foi confirmado por Farrokh Chadan, presidente da Câmara de Comércio Brasil-Irã, e por Fabiano Farah, agente do jogador.

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Chadan conta que o motivo da escolha pelo Fenômeno é o fato de que a menina, por ser considerada boa de bola, foi sido apelidada com o nome do atacante. Ela passou por problemas como, num acidente com uma mina que estourou, em um terreno onde jogava, perdeu uma das pernas.

"Ela esperava encontrar um dia com Ronaldo. Ele tendo sido embaixador da ONU acabou indo para a região e o filme conta todo o empenho para encontrá-lo, o que na verdade não aconteceu porque ela queria entregar uma carta, viu a comitiva passando e não conseguiu. Ela morreu depois em um outro acidente. No filme ela encontra com ele em sonho. Ele é um emissário da paz e uma figura muito popular na região", diz o presidente, em entrevista à rádio Jovem Pan.

Para participar das filmagens, o Fenômeno terá de se ausentar dos treinos do Corinthians, confirma Chadan. "Serão poucos dias, 3 ou 4 dias de filmagem, nas cenas em que ele aparece para a menina. Daqui uns 60 dias começamos os trabalhos para as filmagens. Isso tudo vai depender de acertos com o time, final de setembro e começo de outubro".

O período coincide com um amistoso na Palestina entre Corinthians x Flamengo, previsto para o dia 15 de setembro. A produção pode ter participação brasileira e o presidente da Câmara de Comércio nega qualquer viés político. "O cineasta e o produtor são iranianos e estamos em entendimento para que isso venha a ser uma coprodução com brasileiros, com o Roberto D'Ávila. É um filme com cunho humanitário e fala da condição em que vivem os refugiados palestinos, sem conotação política, apenas humanitária."

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