Ronaldo garante presença nas quatro últimas rodadas

Ronaldo trouxe uma boa notícia para o torcedor do Corinthians nesta quinta-feira. Após treinar no CT Joaquim Grava, no Parque Ecológico do Tietê, ele confirmou a previsão feita pelo técnico Tite e disse que estará em campo nas quarto últimas rodadas do Campeonato Brasileiro.

RAFAEL VERGUEIRO, Agência Estado

11 de novembro de 2010 | 19h56

"Dá para jogar, sim. É claro que depois de cada jogo o corpo reclama muito, tenho 34 anos, minha recuperação é bem mais lenta do que um atleta de 20 anos. Mas jogando uma vez por semana é mais tranquilo, menos doloroso", afirmou Ronaldo.

Nas últimas quatro rodadas do Brasileirão, o Corinthians jogará somente nos fins de semana, o que facilita a presença de Ronaldo. "Quando não jogamos domingo e quarta, temos mais tempo para recuperar as energias", explicou o atacante.

No confronto decisivo com o Cruzeiro, sábado, no Pacaembu, pelo Brasileirão, Ronaldo chegará a seis partidas seguidas. Neste ano, ele só atingiu esta marca uma vez, entre março e abril, quando atuou pelo Campeonato Paulista e Libertadores.

Se cumprir a promessa e jogar até o fim do Brasileirão, terá jogado nove vezes seguidas, a maior sequência desde que chegou ao Parque São Jorge, no fim de 2008. Assim, espera ajudar o time a conquistar o título do campeonato - o Corinthians está em segundo lugar, um ponto atrás do líder Fluminense.

Com Ronaldo em campo, o Corinthians não perdeu no Brasileirão - foram cinco vitórias e três derrotas. Mesmo assim, ele não se considera o talismã do time. "Eu tenho a minha contribuição, mas todos aqui têm ajudado muito. E agora vamos precisar ainda mais de um grupo forte, nesta reta final", avisou.

Durante a entrevista desta quinta-feira, ele reconheceu que teve um ano complicado devido ao alto número de lesões, mas sonha em apagar esta imagem com o título brasileiro. "Estamos confiantes. Acreditamos que podemos ganhar este título. Acho que este campeonato vai ser decidido na última rodada", afirmou Ronaldo, descartando a possibilidade de que rivais corintianos possam "entregar" o jogo. "No profissionalismo isso não acontece, ninguém entra em campo tentando perder."

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