Ronaldo ‘renasce’, brilha e coroa a conquista da Copa 2002 com gols

SÃO PAULO - A seleção brasileira partiu para a Copa desacreditada. Mas talvez ninguém tenha chegado ao Mundial com tantas dúvidas em tornou de si como Ronaldo. E ele, com sete atuações irrepreensíveis em sete jogos, respondeu a todas elas.

Paulo Galdieri e Daniel Akstein Batista, estadão.com.br

29 de junho de 2012 | 22h58

O Fenômeno foi uma aposta de Felipão. Afinal, o então atacante da Internazionale de Milão estava havia mais de dois anos afastado dos gramados. A carreira já fora decretada como encerrada por muitos de seus críticos.

Pois foi nele que o técnico da seleção depositou suas fichas para fazer a torcida e os críticos esquecerem da não convocação de Romário - um clamor nacional à época.

E Ronaldo não decepcionou. Fez de tudo nos campos da Coreia e do Japão. Saiu do Mundial como artilheiro, campeão, fez gol em seis dos sete jogos, foi autor dos dois do título - até inventou um corte de cabelo exótico para chamar a atenção e disfarçar uma contusão muscular.

A Copa de 2002 foi a consagração da seleção brasileira, mas foi também a redenção e o resgate de um ídolo da bola.

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