Daniel Augusto Jr/ Ag. Corinthians
Daniel Augusto Jr/ Ag. Corinthians

Rosenberg diz que novos patrocinadores 'lubrificam negociação por naming right'

Corinthians anunciou nesta sexta-feira a renovação com a Positivo e terá cinco marcas estampadas na estreia do Campeonato Paulista

João Prata, O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2019 | 16h53

O Corinthians anunciou nesta sexta-feira a renovação de contrato com a patrocinadora Positivo, presente na camisa alvinegra desde 2018. O diretor de marketing do clube, Luis Paulo Rosenberg, não falou sobre o valor, mas disse que a renovação por mais um ano pagará mais do que no acordo feito anteriormente.

"A Positivo entrou na nossa camisa para fazer um teste em 2018, agora ampliamos num contrato numa época em que os clubes têm dificuldade para encontrar patrocínio. Agora teremos participação em resultados e vamos conseguir pelo menos o dobro do que foi pago em 2018."

A Positivo seguirá nas costas, em cima do número. Agora, já são cinco marcas que estamparão o uniforme do Corinthians na estreia do Campeonato Paulista, domingo, em casa, contra o São Caetano: Banco BMG (peito), PES (barra da camisa), Universidade Brasil (ombros) e Poty (calção).

Com essas marcas, o Corinthians deve faturar algo entre R$ 45 e R$ 50 milhões, além dos R$ 21 milhões pagos pela Nike, fornecedora de material esportivo. Com isso, superará a meta de 2019, estabelecida no fim do ano passado de R$ 64 milhões. 

Rosenberg não confirmou os números e espera anunciar mais novidades em breve. "Ela ainda não está preenchida e eu não gostaria de colocar limites na generosidade divina. Quando ela estiver completa, traremos para vocês. Temos negociações em andamento, lugares mais exóticos (na camisa) também são tratados", disse.

O diretor de marketing acredita que o acerto com os patrocinadores para o uniforme pode ajudar o clube a finalmente fechar uma empresa para dar nome ao estádio. "Ganhando o respaldo de IBM (parceiro de tecnologia da arena), BMG e Positivo acrescenta lubrificação nestas negociações. Se tenho bala na agulha? Não tenho não. São negociações ainda no plano conceitual, o que dou, o que recebo, sem discutir valores", disse. 

"Estamos em negociação, posso dizer que a maioria é do exterior", comentou. "A Arena é o melhor patrimônio de marketing que alguém pode ter", complementou.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.