Maxim Shemetov / Reuters
Maxim Shemetov / Reuters

Fifa diz que não há evidências de doping de russos convocados para Copa

Dois jogadores do país foram investigados; um deles foi convocado para Copa, mas cortado por lesão

Estadão Conteúdo

22 de maio de 2018 | 13h14

A Fifa divulgou um comunicado nesta terça-feira afirmar que não encontrou evidências suficientes de que qualquer jogador convocado pela seleção russa para a Copa do Mundo já se dopou durante a sua carreira, o que a levou a encerrar sua investigação.

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A entidade avaliou informações da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês), de amostras antidoping recuperadas de um laboratório em Moscou e de Grigory Rodchenkov, ex-diretor desse laboratório russo.

Na semana passada, o técnico Stanislav Cherchesov anunciou uma lista preliminar de 28 convocados da seleção russa, além de ter incluído oito jogadores com status de suplente. Essa relação precisará ser reduzida a 23 nomes até 4 de junho, dez dias antes da equipe abrir o torneio em duelo contra a Arábia Saudita em Moscou.

Após uma investigação envolvendo esses jogadores, a Fifa afirmou que "foram encontradas evidências insuficientes para afirmar que houve violação de regras antidoping. A Fifa informou a Agência Mundial Antidoping de suas conclusões, e a Wada, por sua vez, concordou com a decisão de encerrar os casos."

A Fifa não forneceu informações sobre o status das investigações de jogadores que não estão no grupo de convocados para a Copa do Mundo. Anteriormente, o vice-primeiro-ministro da Rússia, Vitaly Mutko, afirmou que Ruslan Kambolov e Ivan Knyazev estariam sendo investigados.

Na semana passada, Cherchesov anunciou o corte de Kambolov por lesão. Os advogados do jogador declararam, porém, que essa investigação de doping foi encerrada por falta de provas, algo que não foi confirmado pela Fifa.

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