Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Saída de Lúcio deixa vazio na zaga do São Paulo

Além do afastamento do pentacampeão, diretoria são-paulina negociou Rhodolfo com o Grêmio

O Estado de S. Paulo

29 de julho de 2013 | 07h00

SÃO PAULO - A diretoria do São Paulo e Paulo Autuori apresentaram versões diferentes para o afastamento do zagueiro Lúcio, que não vai mais atuar pelo clube.

“Foi uma questão disciplinar”, resumiu o vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes. “Não foi um ato de indisciplina. O que existe é a necessidade e a vontade individual não pode ser priorizada. O grupo tem uma liderança”, disse o treinador.

Fontes próximas à diretoria afirmam que o zagueiro não gostou de ser cobrado, na frente do grupo, por suas arrancadas ao ataque que deixam vazios na zaga. Autuori se sentiu desafiado, conversou com o jogador e decidiu o afastamento.

A saída de Lúcio, somada à negociação de Rhodolfo, vai deixar o time com carências na zaga. “A diretoria já está trabalhando essas carências”, disse Paulo Autuori.

O elenco do São Paulo viaja hoje para uma excursão à Europa e à Ásia. Nos dias 31 de julho e 1º de agosto, o time disputa a Copa Audi em Munique, na Alemanha, contra Bayern de Munique, Milan e Manchester City. No dia 3 de agosto, o clube enfrenta o Benfica pela Copa Eusébio, em Lisboa. O último confronto será no dia 7 de agosto, quando enfrentará o Kashima, em Tóquio, pela Copa Suruga.

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