Nelson Perez/Divulgação
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Salário é maior entrave por reforços no São Paulo

Diretoria não quer pagar salários elevados aos jogadores e, assim, afasta interessados

Fernando Faro, O Estado de S. Paulo

10 de janeiro de 2014 | 05h00

SÃO PAULO - A falta de recursos para investir em reforços não é o único problema para o São Paulo conseguir incrementar o plantel no início da temporada. A diretoria também não quer pagar salários elevados aos jogadores e, assim, afasta interessados.

O caso mais notório é Rafael Sobis, indicado por Muricy Ramalho para o ataque. O jogador recebe R$ 500 mil no Fluminense e não abre mão do salário para se transferir. A diretoria ainda tenta demovê-lo e usa a estrutura do clube e a chance de voltar a trabalhar com Muricy como diferenciais, mas sabe que dificilmente o convencerá.

Na mesma situação está Jucilei, disputado também por Corinthians, Schalke 04 e Fulham. O Tricolor ofereceu cerca de R$ 5 milhões para os dirigentes do Anzhi liberá-lo, mas mesmo que os russos aceitem não querem pagar os R$400 mil que ele recebe na Europa. O teto do clube é R$ 500 mil, pago apenas a Luis Fabiano - Rogério Ceni é o único caso à parte.

Prevendo um ano complicado financeiramente e com receitas baixas, o presidente Juvenal Juvêncio já ordenou que o departamento de futebol enxugue gastos. "Não deixamos de contratar por falta de recursos; não aceitamos é superfaturar um jogador", disse o vice de futebol, João Paulo de Jesus Lopes.

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