Samaras diz que não sentiu pressão em pênalti decisivo

Além de fazer o gol de pênalti, o camisa 9 da Grécia teve participação efetiva do primeiro tento dos gregos na partida

Paulo Favero - enviado especial a Fortaleza, O Estado de S. Paulo

25 de junho de 2014 | 19h26

O atacante Samaras ainda vibra com o fato de ter sido o herói da classificação histórica da Grécia para as oitavas de final da Copa, mas garante que não sentiu qualquer pressão ao bater o pênalti decisivo aos 48 minutos do segundo tempo, que garantir a vitória sobre a Costa do Marfim, terça, e a vaga na próxima fase.

"Não houve qualquer pressão. São 11 metros entre mim e o goleiro, e a única coisa que eu pensei foi poder colocar a bola na rede. Eu estava focado em fazer o gol, nada mais. Se você perder a concentração, é muito fácil errar a cobrança", diz, com um tranquilidade de fazer inveja.

O jogador foi decisivo ao fazer o gol e também participou da jogada do primeiro gol, ao tabelar com Samaris. No final, o resultado de 2 a 1 em cima da Costa do Marfim despachou os africanos e garantiu a sobrevida aos europeus. "Estamos orgulhosos com o nosso feito e o nosso time. É uma esperança, algo que deixa o nosso povo muito feliz e um grande motivo para ter comemoração", explica.

De qualquer forma, ele lembra que apesar de ser uma grande realização para todo o grupo, a festa vai ficar para trás e eles terão de se concentrar na Costa Rica, adversário das oitavas de final. "Por ter passado de fase, a Costa Rica mostrou ser um time muito bom. Nós assistimos a alguns jogos e também conhecemos alguns jogadores individualmente por jogarem na Europa. Agora nós temos de analisá-los como um time e ver qual é o ponto mais forte deles e qual é fragilidade", destaca.

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