Rahel Patrasso / Reuters
Rahel Patrasso / Reuters

Sampaoli minimiza opção por deixar Sánchez no banco: 'Valorizei o plano de jogo'

Técnico considera que empate sem gols em Itaquera foi um dos melhores jogos da equipe como visitante no ano

Redação, Estadão Conteúdo

26 de outubro de 2019 | 20h58

Corinthians e Santos se enfrentaram em clássico válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro e ficaram no empate sem gols na tarde deste sábado, em Itaquera. Apesar de ter criado algumas chances, o Santos esbarrou na falta de precisão para concluir as jogadas e não foi capaz de balançar a rede do rival. No banco santista, Carlos Sánchez era opção, mas não foi acionado.

O meia uruguaio é o líder de assistências da equipe praiana neste ano e é o vice-artilheiro do time no Brasileirão, com sete gols (só perde para o atacante Eduardo Sasha, que tem 10).

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, foi questionado sobre o motivo pelo qual não utilizou o jogador no clássico. "Sabemos da importância do Carlos Sánchez, mas valorizei o plano de partida", disse o comandante argentino.

"Fizemos uma grande partida. Tivemos o controle. Quando jogamos de outra forma, com jogadores como Sánchez, às vezes aceleramos muito o jogo", ponderou Sampaoli. "A ideia era ter controle com Jean Mota e Evandro. Por isso, decidimos essa característica. Para dominar o jogo, como dominamos e, através do domínio, gerar situações", analisou o treinador.

O Santos criou algumas chances de perigo, principalmente com Marinho e Felipe Jonatan, que entraram no decorrer da partida. Apesar do placar zerado, Sampaoli gostou do que viu na Arena Corinthians.

"Foi um dos melhores jogos do Santos como visitante no ano. Contra um time grande, fora de casa, com toda sua torcida e se impôs do começo ao fim. Carecemos um pouco do gol. Se não, com certeza, teríamos vencido. Mas a intenção do jogo tem a ver com dominar e foi isso que o time fez", comentou o técnico argentino.

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