Santistas revelam cobrança no intervalo e adotam cautela

'Todo mundo se cobrou porque a gente sabia que tinha condições de reverter', afirma Dracena

AE, Agência Estado

25 de abril de 2010 | 19h25

O Santos chegou ao primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, neste domingo, contra o Santo André, como grande favorito. E saiu ainda mais candidato ao título, com a vitória por 3 a 2 conquistada no Pacaembu. Mas não foi assim no primeiro tempo, quando o time perdia por 1 a 0. Para os santistas, a reação que garantiu o triunfo começou ainda nos vestiários.

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O meia Paulo Henrique Ganso revelou que a cobrança dos atletas foi maior que a do próprio técnico Dorival Júnior. "Nem foi o Dorival que falou muito, foram os próprios jogadores que se cobraram. O grupo queria jogar bonito", disse Ganso. Edu Dracena fez relato semelhante. "Todo mundo se cobrou porque a gente sabia que tinha condições de reverter. O grupo se uniu bastante", afirmou o zagueiro.

Ganso ainda ressaltou que o Santos não pode atuar novamente como fez no primeiro tempo. "É uma lição, um exemplo que não se pode deixar repetir", alertou o meia. "Se a gente pegasse uma equipe mais concentrada, ela poderia matar a partida. Felizmente não aconteceu", completou. "A gente deixou a muito a desejar na nossa marcação", avaliou Dracena.

O zagueiro também aproveitou para iniciar o discurso cauteloso, mantendo o respeito ao Santo André, que tem de vencer por dois gols de diferença para ficar com o título. "A gente tem que levar de lição os aprendizados, e não tem nada decidido ainda", disse Dracena, repetindo a mesma frase de Wesley, autor de dois gols, mas que não atua no próximo domingo por suspensão.

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