Santos apresenta estrangeiros: os meias Molina e Quiñones

Contráto dos dois jogadores é válido por três anos; atletas já participaram do primeiro coletivo

Sanches Filho, O Estado S. Paulo

09 de fevereiro de 2008 | 18h49

Os meias Molina e Quiñones, colocados no Santos pelo dono de uma cadeia de supermercados, foram apresentados à imprensa depois do treino de ontem no CT Rei Pelé. Os dois assinaram contratos de três anos, participaram do primeiro coletivo no novo clube no sábado pela manhã, e estão inscritos, com os centroavantes Mariano Tripodi (argentino) e Sebastián Pinto (chileno), para a Copa Libertadores da América.   "Passei por vários clubes, conheci inúmeras culturas e hoje sou um jogador experiente, pronto para jogar no futebol vistoso do Brasil", disse Maurício Alejandro Molina Uribe, colombiano de Medellín, nascido, 27 anos de idade, canhoto, 1m77 de altura e 75 quilos. "Tive oportunidade de jogar contra o Santos na Libertadores de 2003. Foi uma tristeza porque o meu clube (Independiente, de Medellín) perdeu e foi eliminado. Agora, tenho vontade de seguir a minha carreira e ser feliz."   Molina iniciou a carreira no Envigado, da Colômbia em 1997 e já atuou por outros clubes, com passagens pelo Morelia, do México, Al-Ain, da Arábia Saudita, e San Lorenzo, da Argentina. Na temporada passada, o meia colombiano defendeu o Estrela Vermelha, da Croácia.   Michael Jackson Quiñonez, equatoriano de Guayaquil, de 23 anos, 1m78, 75 quilos, por ter vindo do Espóli, da segunda divisão do seu país, é o reforço de menor prestígio. Ao ser apresentado, disse que vai mostrar que o Santos não errou ao contratá-lo e que teve boa impressão do técnico santista. "Leão me disse que vou ter, como os outros estrangeiros, liberdade para conquistar o meu espaço."

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