Ivan Storti/Divulgação
Ivan Storti/Divulgação

Presidente do Santos obtém efeito suspensivo para punição de 30 dias

Presidente havia sido suspenso por criticar chefia de arbitragem

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2015 | 15h56

O Departamento Jurídico do Santos conseguiu um efeito suspensivo para a punição que havia sido imposta ao presidente Modesto Roma Jr. pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva. O presidente foi suspenso por 30 dias por críticas a Sérgio Corrêa, chefe da Comissão de Arbitragem da CBF. Com o efeito suspensivo, Modesto pode voltar a despachar normalmente. 

O presidente foi enquadrado no artigo 243-F do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), por “ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto”. Modesto ficou revoltado após a derrota do Santos para o Grêmio por 3 a 1, no dia 5 de julho, na Vila Belmiro. Durante o jogo, o árbitro Felipe Gomes da Silva expulsou o meia Geuvânio logo depois que ele retornou ao gramado depois de um atendimento médico. Segundo o árbitro, ele havia entrado sem autorização - o jogador já tinha cartão amarelo. As imagens, no entanto, mostram que o contrário. O árbitro ficou fora da escala de arbitragem por duas rodadas por causa da confusão. 

"Liguei para o presidente (da CBF) Marco Polo. O problema não é o árbitro. Fui reclamar do chefe da 'tribo' [Sérgio Corrêa], que esse cara tem de ser extirpado da CBF. Não é mais possível continuar com essa arrogância da arbitragem. Eles são "deuses" dentro de campo e nunca são punidos. Liguei e falei o que tinha de falar ao presidente Marco Polo", afirmou Modesto após a partida.

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