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Santos está pronto para surpreender Cuca

Para o ex-técnico, santistas esperam demonstrar melhor futebol do que nos tempos passados

Sanches Filho, especial para O Estado de S. Paulo

12 de setembro de 2008 | 19h02

Passados um mês e oito dias, o técnico Cuca, agora no comando do Fluminense, voltará à Vila Belmiro, neste sábado, para enfrentar o seu ex-clube e deve se surpreender com o que vai encontrar. Nesse curto período, o Santos desorganizado e que sempre saía atrás no marcador deu lugar a um time melhor distribuído em campo, com a auto-estima em alta pela série de cinco jogos sem derrotas e a saída da zona de rebaixamento, onde se encontrava desde a quinta rodada do primeiro turno.  Veja também: Cuca nega clima de revanche na partida com o Santos Santistas prevêem jogo complicado contra o FluminenseDê seu palpite no Bolão Vip do Limão "Não há, no Campeonato Brasileiro, nenhuma equipe mais unida do que a nossa", comemora o garoto Carleto, que substituiu o lateral Kléber, convocado para a Seleção Brasileira, nos 2 a 0 contra o Vitória. "Agora eu sei em qual espaço do campo tenho que atuar. Fico à frente do goleiro e atrás dos volantes, mais à esquerda e, quando é preciso, fecho o setor", explica o veterano Fabiano Eller. As declarações empolgadas dos jogadores repetem-se diariamente. Com a mesma intensidade que Cuca é apontado como o vilão por tudo de mal que ocorreu com o time até o dia 6 de agosto, quando o Santos perdeu por 3 a 2 (depois de estar ganhando por 2 a 0) do Atlético Mineiro, na Vila Belmiro, Márcio Fernandes é considerado o salvador. "Procurei apenas fazer o mais simples e aplicar o que aprender com os técnicos com os quais trabalhei. Inclusive com Serginho Chulapa e Nenê, que foram meus treinadores", afirmou Márcio, que durante o período de Emerson Leão era o técnico do sub 20 e acompanhava à distância o que se passava com os profissionais. Com Cuca foi diferente. Ele foi colocado propositalmente na comissão técnica do ex-treinador para estar pronto quando fosse necessário. Acompanhou de perto todo o trabalho do antecessor.  "Só não estive presente nos jogos porque tinha que acompanhar os adversários seguintes." E assumiu com conhecimento de causa. De cara, pediu a contratação de Serginho Chulapa, desafeto de Leão e com livre trânsito entre as organizadas, e Nenê Belarmino para completar a sua modesta comissão técnica. O passo seguinte foi dar atenção especial aos jogadores que estavam encostados. A diretoria prometeu contratações bombásticas, como Rafael Sobis e um meia de nível de Seleção, mas limitou-se a dar ao treinador reforços menos expressivos, como Wendel, que teria sido cedido de graça por Vanderlei Luxemburgo (técnico do Palmeiras), Bida, Pará (ex-Santo André) e Fábio Santos. Márcio substituiu os coletivos por treinos táticos, priorizando a formação de um forte bloco defensivo, com duas linhas de quatro. Escolheu os melhores jogadores disponíveis e muda a formação apenas por suspensão ou contusão. No seu último jogo, Cuca escalou o time com Douglas; Marcelo (Cuevas), Domingos e Fabiano Eller; Quiñonez, Adoniran (Apodi), Kléber, Paulo Henrique (Hudson) e Michael; Maikon Leite. Bem diferente do que ele vai ter pela frente amanhã à noite, com Douglas; Wendel, Domingos, Fabiano Eller ou Fabão e Kléber; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Bida e Michael ou Molina; Cuevas e Kléber Pereira. Ao ser questionado sobre a importância de Cuca conhecer bem o seu ex-time Cuevas foi sincero. "O time dele era outro." 

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