Santos evita encarar Libertadores como obsessão

Após contratar o técnico Adílson Batista, o Santos trabalha a segunda etapa do projeto para ganhar a Libertadores de 2011. Ao mesmo tempo em que procura reforçar o time com jogadores mais rodados e com experiência internacional, como Elano, os dirigentes se esforçam para tirar a responsabilidade das costas dos seus jovens talentos, afirmando se tratar de apenas um dos três títulos que o clube vai disputar na próxima temporada.

SANCHES FILHO, Agência Estado

07 de dezembro de 2010 | 18h31

"Não vamos fazer da Libertadores uma obsessão", afirmou o diretor de futebol, Pedro Luís Nunes Conceição. "O nosso primeiro objetivo é ser bi paulista e só depois, no momento certo, pensaremos nas demais competições. O elenco será fortalecido para toda a temporada e não visando especificamente a conquista da Libertadores".

Como aconteceu em 2008, ao ser contratado pelo Cruzeiro, Adilson Batista foi o escolhido para substituir o demitido Dorival Júnior em razão de ser considerado especialista em Libertadores. Ele foi campeão da competição como jogador do Grêmio, em 1995, e no ano passado chegou à decisão do título com o clube mineiro.

Apesar de se negar a falar em nomes, posições e número de reforços que pediu à diretoria para ser uma das forças da Libertadores, o treinador disse que o clube está contratando jogadores para agregar experiência ao grupo campeão de 2010. Adilson confirma ter pedido a contratação de um goleiro.

Com relação a Ricardo Oliveira, outro jogador que se enquadra no perfil dos jogadores para a disputa da Libertadores, ele repete a resposta da maioria de técnicos e dirigentes. "Contratação é assunto interno da direção". O que se comenta no clube é o atacante já teria aceitado a oferta salarial do Santos e que agora os dirigentes vão tentar convencer o Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, a concordar com o seu empréstimo, em troca de um ou dois jogadores que estão em disponibilidade na Vila Belmiro.

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