Santos: Goleada é presente pelo apoio

Para o lateral-esquerdo Léo, foi um presente do time para os quase 12 mil torcedores que, mesmo debaixo de chuva, foram à Vila Belmiro para apoiar os jogadores no reencontro com seu estádio. Ele deixou o campo contundido e vai fazer uma ultrassonografia ainda nesta sexta-feira para saber a gravidade da contusão. "Fui brecar a bola, pisei e senti uma fisgada muito forte", disse ele.O zagueiro Antônio Carlos teve se sair logo no começo do jogo, com distensão no adutor da coxa esquerda e deverá ficar afastado por um bom tempo. Basílio também sentiu e, como Léo, vai ser submetido a exames para um melhor diagnóstico do quadro.Apesar dos três jogadores que saíram contundidos da Vila Belmiro, a goleada de 5 a 1 na Portuguesa de Desportos foi um excelente começo de campanha para o Santos. E Ricardinho citou as dificuldades: "sabiamos do problema de ritmo e também o da bola. Nós estamos tentando nos adaptar à bola, mas está difícil". Falou também do gramado encharcado e do pouco tempo de treinamento. "Mas conseguimos superar tudo isso e dar um ritmo bom ao jogo".Com os três gols marcados logo na estréia no campeonato, o centroavante Deivid não tinha do que se queixar. "É muito bom começar o ano com o pé direito", disse ele, acrescentando que "o Santos não pode perder essa forma de jogar porque senão pode complicar".Fábio Baiano, o único reforço que estreou nesta quinta, entrando no segundo tempo, estava satisfeito com o seu desempenho e avisou: "se estou aqui é porque tenho qualidade e condições também; então, vou lutar por uma vaga dentro de campo". Ao deixar o campo, ele jogou sua camisa para os torcedores. "A galera apóia e a gente tem que jogar a camisa mesmo". O time melhorou com a entrada de Fábio Baiano e o jogador destacou que, "mais importante que o individual é o coletivo e foi o conjunto que ganhou a partida".

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.