Paulo Liebert/AE
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Santos, implacável, soma 60 gols em 18 partidas

'Não queremos tirar o pé', diz o meio-campo Paulo Henrique Ganso, autor de dois gols no domingo e um dos maestros do time que está com a ótima média de 3,3 gols por partida no ano

Vitor Marques, Jornal da Tarde

22 de março de 2010 | 10h31

O técnico Dorival Júnior disse categoricamente que não queria saber de show, e sim de vitória contra o Ituano. Mas qual palavra, se não show, para descrever o que o Santos fez no domingo? Os 9 a 1 comprovam a vocação ofensiva de um time que resgata o gosto pelas goleadas.

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O time da Vila Belmiro chegou aos 60 gols no ano em 18 partidas - média de 3,3 por partida. Foram 45 em 15 jogos no Campeonato Paulista e outros 15 em três na Copa do Brasil. Nas últimas quatro partidas, a média dobrou: foram 26, o que dá 6,5 por jogo: 10 contra o Naviraiense, três na derrota para o Palmeiras, quatro no Remo e nove no domingo.

Se quando enfrenta um rival parelho os Meninos da Vila mostram que não são imbatíveis (vide os jogos contra o Portuguesa e Palmeiras), quando o adversário é um time fraco a goleada é iminente.

"É mais uma goleada, e não queremos tirar o pé", disse Paulo Henrique Ganso ainda no intervalo. Na ausência de Neymar, que estava suspenso, e Robinho, que contundido viu a exibição de gala de seus companheiros das cadeiras do Pacaembu, Ganso foi o maestro do time.

O meia, jogador mais aplaudido pela torcida, participou diretamente do primeiro gol , marcado por André, e fez o segundo. André e Madson, que jogaram muito bem, ainda marcaram antes do intervalo.

Na próxima rodada, no meio desta semana, o Santos recebe o Botafogo, no Estádio da Vila Belmiro, na quinta-feira, às 21 horas. Será que conseguirão marcar muitos gols?

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