Vinnicius Silva/Cruzeiro
Vinnicius Silva/Cruzeiro

Santos mira 'recomeço' após fim de sequência e se preocupa com chances perdidas

Derrotado por 2 a 1 pelo Cruzeiro, de virada, no Mineirão, o time viu chegar ao fim uma série de nove jogos de invencibilidade

Leandro Silveira, Estadão Conteúdo

24 de setembro de 2018 | 10h54

A recuperação do Santos na temporada sofreu um baque na noite de domingo. Derrotado por 2 a 1 pelo Cruzeiro, de virada, no Mineirão, o time viu chegar ao fim uma série de nove jogos de invencibilidade, dentro de campo, por diferentes competições, ficando mais distante da briga por uma vaga na próxima edição da Copa Libertadores através do Campeonato Brasileiro.

O jogo com o Cruzeiro era a oportunidade ideal para o Santos, pois o time ultrapassaria o adversário, o sétimo colocado, a apenas uma da zona de classificação à Libertadores. Além disso, o Atlético Mineiro, que está na sexta posição, havia perdido no domingo, horas antes, para o Flamengo.

Assim, o Santos poderia ter fechado o domingo na sétima posição, a sete pontos do Atlético-MG e com um jogo a menos, sendo que o duelo atrasado com o Vasco vai ser disputado na quinta-feira, no Pacaembu. Ao invés disso, o time estacionou nos 32 pontos e na décima posição, com uma desvantagem de dez para o sexto Atlético-MG e de cinco para o sétimo Cruzeiro.

Por isso, o técnico Cuca falou em recomeço. Afinal, o Santos precisará emplacar uma sequência de bons resultados no Brasileirão para tentar se reaproximar do objetivo de se classificar para a Libertadores de 2019, sendo que a sequência invicta recém-encerrada ajudou o clube a se afastar do risco de rebaixamento, pois a vantagem da zona da degola já é de 15 pontos.

"Temos de ter estrutura para recomeçar. Vamos trabalhar bem para poder fazer um jogo bom contra o Vasco, já pedindo a força e o apoio da torcida", afirmou Cuca, convocando a torcida para o confronto de quinta-feira com o Vasco, no Pacaembu.

A avaliação é de que o Santos poderia ter tido sorte melhor no confronto com o Cruzeiro e também no anterior, o empate por 0 a 0 com o São Paulo, não fossem as chances de gol desperdiçadas. Em comum, aliás, entre esses jogos estão as falhas de Rodrygo em oportunidades claras.

Cuca, porém, saiu em defesa do jovem atacante, de 17 anos, que soma dez gols em 45 jogos disputados nesta temporada, mas que não conseguiu marcar nas últimas sete partidas que disputou. "Nós merecemos críticas, mas não podemos criticar um menino porque perdeu o gol. Se fosse uma noite feliz a gente teria ganhado", afirmou o treinador.

 

 

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