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Santos perde o jogo e o atacante Nenê

Desta vez o ataque do Santos não funcionou e o time sentiu os desfalques na partida deste sábado em Florianópolis. Melhor para o Figueirense, que jogou um primeiro tempo recuado e partiu na busca da vitória na etapa final, aproveitando o espaço aberto pelo lado esquerdo da defesa santista, com a saída de Rubens Cardoso e a entrada improvisada do volante Daniel na função. A vitória surgiu aos 40 minutos, numa boa jogada de Triguinho, que driblou Preto dentro da área e chutou cruzado de pé esquerdo, surpreendendo Fábio Costa. O Santos está mesmo perdendo o atacante Nenê para o futebol espanhol e o jogadores deve viajar nesta segunda-feira para acertar seu contrato com o Mallorca. Já o meia Diego está sendo negociado com o inglês Tottenham e a informação é de que o Santos recebeu proposta de U$ 9 milhões para liberar o jogador. No caso de Nenê, cláusula permite a rescisão contratual sem o pagamento de multa e, em relação a Diego, o clube detém 60% dos direitos federativos, sendo que o pai do atleta, Dejair Silveira da Cunha o restante. No começo do jogo, houve até um certo equilíbrio entre os dois times, com predomínio das defesas. O Figueirense teve sua única oportunidade de gol aos 17 minutos, quando Pedro cobrou falta pela esquerda, Fábio Costa rebateu e Cleber acabou chutando mal, tendo a bola saído à esquerda da trave santista. A partir daí, o domínio foi do Santos, que encontrava dificuldades em superar a defesa catarinense e a má qualidade de gramado. Com problemas para penetrar na área do Figueirense, os santistas passaram a tentar o gol de longa distância. Aos 19, Alexandre chutou forte, tendo a bola passando por cima da trave de Edson Bastos. Aos 29, Diego chutou rasteiro, para fora. Elano teve duas oportunidades no primeiro tempo, a melhor aos 41 minutos, quando chutou rasteiro, obrigando o goleiro a fazer sua melhor defesa. Aos 45, foi a vez de Renato acertar um chute de fora da área, bem defendido por Edson Batista. "A dificuldade maior foi com o campo, que é muito duro", comentou o meia Diego no intervalo, acreditando numa vitória no segundo tempo. O empate não interessava a nenhum dos times, o jogo ganhou movimentação na fase final. O técnico Luiz Carlos Ferreira foi mais feliz, ao manter a forte marcação que impedia a chegada dos santistas à sua área, ao mesmo tempo em que soltou mais seu time, aproveitando o espaço que Daniel, que foi improvisado na lateral com a contusão de Rubens Cardoso, abria pelo lado esquerdo da defesa do Santos. E foi por ali que Paulo Sérgio exigiu a intervenção de Fábio Costa, num chute cruzado, aos 23 minutos. Logo depois, aos 25, foi a vez de Pedro aproveitar o mesmo espaço para chutar direto, encontrando o goleiro santista bem colocado. A pressão do time das casa continuou e o Santos passou a ser sufocado, até que aos 40 minutos Triguinho fez uma jogada individual pela esquerda, deu um drible seco em Preto e chutou com perfeição, sem chance para Fábio Costa.

Agencia Estado,

16 de agosto de 2003 | 18h33

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