Ricardo Saibun / Santos FC
Ricardo Saibun / Santos FC

Santos pode ter preparador de goleiros como interino no jogo contra o América-MG

Técnico provisório, Serginho Chulapa foi expulso após o apito final do jogo contra o Flamengo

Estadão Conteúdo

26 de julho de 2018 | 10h54

A diretoria do Santos está atrás de um novo técnico após a demissão de Jair Ventura na última segunda-feira. O auxiliar Serginho Chulapa comandou a equipe do banco de reservas no empate contra o Flamengo, na noite de quarta, mas tem um problema para o jogo contra o América-MG, neste domingo, novamente no estádio da Vila Belmiro, em Santos, porque o ex-centroavante foi expulso por discutir com o treinador do rival carioca.

Se o novo treinador não assumir o comando até domingo, pode sobrar até para o preparador de goleiro Arzul dirigir o Santos do banco de reservas. Na quarta-feira, oficialmente o auxiliar de Serginho Chulapa foi Lucas Matheus, o analista de desempenho. Mas era Arzul quem mais conversava com o interino e repassava instruções para os jogadores em campo.

Após a partida, o árbitro baiano Jailson Macedo Freitas colocou na súmula os xingamentos de Serginho Chulapa para o treinador rival Maurício Barbieri. O flamenguista confirmou que foi ofendido, enquanto que o ex-centroavante, mostrando bom humor, disse que o colega "fugiu" dele e lamentou o histórico negativo da época em que atuava.

"Quando acabou o jogo, estou indo para o vestiário e o treinador deles estava saindo. Quando me viu, saiu correndo, não sei o motivo. Não sou o louco de antes. Foi correndo e reclamou que eu queria bater nele. Fui falar com o juiz e ele me expulsou. Passado me condena, é uma desgraça. Independentemente disso, não ligo para isso, o mais importante é que os jogadores se empenharam ao máximo. Resultado não sei se é igual, mas 13 chutes cada time no gol. Tivemos três chances no primeiro tempo", relatou Serginho Chulapa.

"Juiz me expulsou. Juro por Deus. Primeira vez que eu não sei o porquê. Depois me abraçou, tudo de bom, me expulsa e tudo de bom? Tem que vir outro. Para mim, sinceramente, não dá não. É sofrimento. Fazia tempo que eu não assumia. Mas acho que temos outras pessoas que podemos ficar e ajudar, ficar no banco. Vamos procurar fazer o melhor mesmo não estando no banco", completou o interino.

 

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