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Santos prevê clima de guerra no segundo jogo da final da Copa do Brasil

Na próxima semana, no Allianz Parque, Palmeiras e Santos vão decidir a Copa do Brasil e o time da Vila Belmiro, vencedor da partida de ida por 1 a 0, prevê que o encontro na casa do adversário será uma guerra. Os jogadores confirmaram essa expectativa após a vitória nesta quarta-feira e, apesar de admitirem a rivalidade, preferem pensar que a disputa ficará restrita ao futebol.

CIRO CAMPOS, Estadão Conteúdo

26 de novembro de 2015 | 11h32

A tensão entre as equipes aumentou ao longo da temporada pela decisão nos pênaltis no Campeonato Paulista, vencida pelo Santos, e pelos confrontos no Campeonato Brasileiro marcados por provocações. "Não tem como não ser um jogo nervoso. Além de ser um clássico, as duas equipes se conhecem faz tempo. Eles sabem as nossas jogadas, e nós as deles", disse o lateral-direito Victor Ferraz.

O nervosismo se manifestou já na primeira partida. Foram dez cartões amarelos e mais a expulsão do palmeirense Lucas, que saiu após confusão com o meia Lucas Lima. O santista explicou ao deixar o campo que foi alvo dos adversários para que recebesse o terceiro cartão amarelo e fosse suspenso do jogo de volta. "A equipe do Palmeiras e até o árbitro também estava louco para me tirar. Sorte que estou acostumado a preparar bem a minha cabeça."

Os santistas reclamaram bastante da postura dos palmeirenses em ganhar tempo no jogo na Vila Belmiro, mas descartam usar a mesma estratégia no Allianz Parque ou mudar para um estilo defensivo. "Sempre jogamos para frente. Não sabemos ficar só atrás. É claro que vamos jogar com cuidado, porque estaremos na casa deles", explicou o lateral-esquerdo Zeca.

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