Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Santos prioriza descanso e recuperação física do elenco para jogo de domingo

Jorge Sampaoli terá semana livre de treinos antes de confronto com o Vasco

Leandro Silveira, Estadão Conteúdo

07 de maio de 2019 | 08h18

O elenco do Santos ganhou um descanso extra após rodar o Brasil nos últimos dias. Depois do empate por 0 a 0 com o CSA em Maceió, domingo, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, o grupo ganhou folga do técnico Jorge Sampaoli, sendo que o próximo treino está agendado apenas para a tarde de quarta-feira.

Dar esse período de descanso ao elenco foi possível porque o time não tem compromissos agendados para este meio de semana - o Santos só voltará a jogar no domingo, quando receberá o Vasco, no Pacaembu, pela quarta rodada do Brasileirão.

O cenário é diferente do vivenciado nas últimas duas semanas. Afinal, nos seus três primeiros compromissos no torneio, o Santos fez dois como visitante, precisando encarar viagens longas, para Porto Alegre, local do triunfo por 2 a 1 sobre o Grêmio, e Maceió, onde encarou o CSA no último domingo.

Além desses dois jogos, o Santos teve dois compromissos contra equipes do Rio - foi a São Januário encarar o Vasco, pela Copa do Brasil, e também recebeu o Fluminense, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão.

"Que o jogador possa diminuir a adrenalina. O descanso será mais importante do que o trabalho. Daremos um dia e meio para se recuperarem bem e depois trabalharemos duro para enfrentar o Vasco. Esperamos um grande jogo contra uma equipe muito difícil", disse Sampaoli, em entrevista coletiva após o empate por 0 a 0 com o CSA.

O descanso raro não poderá acontecer na próxima semana, quando o Santos vai jogar mais duas vezes. Serão os duelos com o Atlético-MG, no dia 15, em Belo Horizonte, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, e contra o Palmeiras, no dia 18, no Pacaembu, pelo Brasileirão.

A sequência de jogos tem levado Sampaoli a rodar o elenco santista, sempre utilizando uma escalação diferente a cada compromisso. No duelo com o CSA, o treinador deixou Jean Mota e o uruguaio Carlos Sánchez, dois titulares absolutos do meio-campo, como opção no banco de reservas.

O uruguaio nem foi acionado, enquanto Jean Mota deixou o banco durante o segundo tempo, quando Sampaoli desfez o esquema de três zagueiros, colocando o meia na vaga de Lucas Veríssimo. O treinador indicou que o aspecto físico tem um papel importante no momento de definir as escalações. "Mesclar jogadores é pôr em jogo os que estão mais frescos e lúcidos", afirmou.

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