Santos quer todos os pontos na Vila

Depois do empate de sábado, no Maracanã, diante do Fluminense, por 1 a 1, o time do Santos segue sem vencer fora de casa na atual temporada. Para sonhar com uma classificação para as semifinais do Torneio Rio-São Paulo, resta ao time do técnico Celso Roth conquistar todos os pontos que disputará na Vila Belmiro. Até o final desta primeira fase, os santistas têm ainda cinco partidas pela frente, sendo três delas em seu campo. Roth vai buscar a recuperação já na quarta-feira, quando a equipe enfrentará o Etti Jundiaí. Nesta segunda-feira, os jogadores retomam os treinamentos e poderá haver novas alterações na equipe para a próxima partida. O empate contra o Fluminense foi considerado um mau resultado, complicando mais o trabalho de classificação para a próxima fase, já que o Santos só conquistou 15 pontos nas dez partidas disputadas. Isso torna o jogo contra o Etti Jundiaí um desafio a mais, porque será preciso vencer o adversário e também a pressão dos torcedores, que será grande. Celso Roth começa a ser alvo da torcida, inconformada com a permanência de alguns jogadores em campo, como o atacante Oséas, enquanto jovens com Diego ficam no banco. O treinador está tentando montar um time equilibrado, com a escalação de jogadores experientes ao lado dos novatos que estão sendo lançados, mas a experiência não tem dado bons resultados e o Santos amarga a quinta partida consecutiva sem vencer. Roth atribui a má campanha à imaturidade do grupo e à falta de qualidade técnica, repassando o ônus dos últimos resultados aos atletas. Com menos de três meses no cargo, acha que é preciso paciência para superar essas características negativas que vê na própria equipe, principalmente porque a reformulação foi grande da comissão técnica ao elenco. "A equipe está em formação e precisa ganhar equilíbrio", disse ele, lamentando que mais uma vez que seu time tenha deixado escapar outra vitória no sábado, quando o zagueiro André Luís desperdiçou um pênalti no final da partida. Celso Roth atribuiu o erro na cobrança a "um pouco de falta de sorte e um pouquinho mais de tranqüilidade e de qualidade".

Agencia Estado,

17 Março 2002 | 14h18

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