Santos recebe o Goiás e pode ter Neymar como reserva

Neymar joga ou fica no banco? A principal dúvida do técnico Vágner Mancini para enfrentar Goiás, neste domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro, é com relação à maior promessa do Santos depois de Robinho. Ele sabe que se o adversário se fechar, sair na frente no marcador e o garoto voltar a jogar mal como nas últimas três partidas poderá ser vaiado. E, por isso, talvez opte por deixá-lo no banco para voltar em situação favorável. Seria uma forma de preservá-lo.

SANCHES FILHO, Agencia Estado

17 de maio de 2009 | 09h03

Mas, ao mesmo tempo, Mancini acredita com o time jogando em casa, contra um adversário intermediário e com apoio do torcida, Neymar poderá superar a má fase. "Nada está decidido ainda", disse o treinador.

Enquanto os reforços que Mancini pediu não chegam, o Santos vai manter o time vice-campeão paulista e padrão de jogo. Kléber Pereira continuará mais adiantado, Paulo Henrique Lima, o Ganso, será o encarregado da armação e Madson vai correr por todos os cantos para desarrumar a defesa adversária.

No lugar de Triguinho, que sofreu fratura por estresse no pé direito, joga Pará. E se ele tiver algum problema durante a partida, o seu substituto será Molina, que treinou na posição no time reserva durante a semana.

Mancini também não adiantou se Rodrigo Souto, recuperado de estiramento no músculo adutor da perna direita, voltará a ser o segundo volante ou se Germano vai continuar ao lado de Roberto Brum.

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