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Santos recebe o Goiás e pode ter Neymar no banco de reservas

Técnico Vágner Mancini deve optar por Maikon Leite para dar uma nova movimentação ofensiva na Vila Belmiro

Sanches Filho, O Estado de S. Paulo

16 de maio de 2009 | 22h38

Neymar joga ou fica no banco? A principal dúvida do técnico Vágner Mancini para enfrentar Goiás, neste domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro, é com relação à maior promessa do Santos depois de Robinho - acesse e acompanhe pelo estadao.com.br. Ele sabe que se o adversário se fechar, sair na frente no marcador e o garoto voltar a jogar mal como nas últimas três partidas poderá ser vaiado. E, por isso, talvez opte por deixá-lo no banco para voltar em situação favorável. Seria uma forma de preservá-lo.

 

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Mas, ao mesmo tempo, Mancini acredita com o time jogando em casa, contra um adversário intermediário e com apoio do torcida, Neymar poderá superar a má fase. "Nada está decidido ainda", disse o treinador. "Neymar está lidando com uma situação diferente, com a pressão da torcida e com a mídia falando dele. Sabíamos que ele iria passar por uma situação dessas. Depois do grande sucesso inicial é normal o período de oscilação. O seu amadurecimento será mais espaçadamente", explicou. "Por isso, não vou adiantar nada. Mas Neymar pode sair, sim. Embora eu não tenha tantas opções".

 

Enquanto os reforços que Mancini pediu não chegam, o Santos vai manter o time vice-campeão paulista e padrão de jogo. Kléber Pereira continuará mais adiantado, Paulo Henrique Lima, o Ganso, será o encarregado da armação e Madson vai correr por todos os cantos para desarrumar a defesa adversária.

 

No lugar de Triguinho, que sofreu fratura por estresse no pé direito, joga Pará. E se ele tiver algum problema durante a partida, o seu substituto será Molina, que treinou na posição no time reserva durante a semana.

 

Mancini também não adiantou se Rodrigo Souto, recuperado de estiramento no músculo adutor da perna direita, voltará a ser o segundo volante ou se Germano vai continuar ao lado de Roberto Brum.

 

O técnico admite que mesmo depois que o elenco estiver completo, Kléber Pereira vai continuar sendo a referência do time. E se nega a levar a sério as especulações sobre a suposta saída do artilheiro para o futebol do Catar. "Não é por acaso que vários clubes querem Kléber Pereira. É um atacante que já proporcionou grandes alegrias ao torcedor e que no momento passa por escassez de gols. Se eu perder Kléber Pereira, não vou ter um, mas sim dois problemas", analisou.

 

Para ele, o artilheiro vai voltar ao normal a qualquer momento e só vai embora se aparecer um

 Santos
Fábio Costa; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Pará; Roberto Brum, Rodrigo Souto (Germano), Paulo Henrique Lima e Madson; Kléber Pereira e Neymar (Maikon Leite)
Técnico: Vágner Mancini
 Goiás
Harlei; Rafael Tolói, Valmir Lucas e Leandro Euzébio; Fábio Bahia, Amaral, Ramalho, Zé Carlos e Júlio César; Iarley e Felipe
Técnico: Hélio dos Anjos
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG)

Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP)

Horário: 16 horas

clube disposto a pagar o alto valor de mercado que ele tem.

 

O Goiás poderia ser considerado o adversário menos perigoso antes de o Santos ter pela frente o Fluminense, no Maracanã, e o campeão paulista Corinthians, na Vila Belmiro, se não tivesse sido o grande algoz do time do litoral na temporada passada. Foram duas goleadas: 0 a 4, na Vila Belmiro, e 1 a 4, em Goiânia.

 

Mancini prefere não considerar os resultados passados, mas falar sobre a chance que a sua equipe terá de avançar na classificação jogando em casa. "O empate que conseguimos contra o Grêmio, em Porto Alegre, só poderá ser considerado bom resultado se ganharmos do Goiás porque aí somaremos quatro pontos em seis disputados. Se perdemos será apenas um ponto ganho em dois jogos, o que vai contra o nosso planejamento" ponderou o treinador.

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