Felipe Oliveira/EC Bahia
Felipe Oliveira/EC Bahia

Santos reconhece atuação ruim e só celebra volta de Bruno Henrique

Equipe da Baixada perdeu para o Bahia por 1 a 0 na Fonte Nova, sofrendo gol no último lance da partida

Estadão Conteúdo

22 Abril 2018 | 08h31

Em uma partida em que acabou sendo vazado no último lance, sendo derrotado por 1 a 0 pelo Bahia, o Santos teve apenas um fato para comemorar no sábado, no compromisso válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro: a volta de Bruno Henrique. Sem atuar desde o primeiro jogo do time no Campeonato Paulista, em janeiro, o atacante encerrou os três meses de inatividade ao ser acionado pelo técnico Jair Ventura aos 28 minutos do segundo tempo.

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Embora tenha dado algumas arrancadas bem características do seu estilo de jogo, Bruno Henrique teve atuação apagada na Fonte Nova. Além disso, exibiu falta de ritmo após se recuperar das lesões no olho direito que o afastaram da equipe em 17 de janeiro e o levaram até a viajar para a Alemanha onde foi examinado em busca do aval para voltar aos gramados. E mesmo com a derrota para o Bahia, o técnico Jair Ventura celebrou o retorno do jogador e o fato de contar com mais uma opção para escalar o time.

"A boa notícia de hoje (sábado) é a volta do Bruno. Ele ainda está sem ritmo, mas é normal, jogou só oito minutos do primeiro jogo do ano. Entrou em um jogo quente, pesado, de muita força. E ainda assim criou algumas oportunidades e deu dribles. Quem ganha é o Santos, que estará mais forte quando ele estiver com mais ritmo", afirmou.

Antes de encarar o Bahia, o Santos vinha embalado por três vitórias consecutivas, a última delas na estreia no Brasileirão, sobre o Ceará, mas não conseguiu ampliar o bom momento. E Jair reconheceu que o time teve uma atuação abaixo do nível que vinha sendo apresentado, mas evitou lamentar demais que a derrota tendo sido definida nos acréscimos do segundo tempo.

"Não tivemos próximos do que temos apresentado. O segundo tempo mostra que não vínhamos bem. Mudamos de postura, criamos, colocamos a bola no chão e a equipe criou. O jogo ficou aberto e no último minuto a gente levou o gol e nem conseguiu dar a saída de bola. Dói tomar gol no último minuto, mas são coisas do futebol, quando a gente faz, comemora, quando é contra, fica triste", comentou.

Em sua avaliação, Jair apontou crescimento do Santos na etapa final. Mas ele também apontou que o excesso de faltas no jogo, que foi bastante pegado, também atrapalhou a sua equipe.

"Um primeiro tempo onde encontramos muita dificuldade de jogar, o Bahia marcou forte e não fizemos nosso jogo apoiado e nem saímos da pressão do Bahia. Conseguimos jogar no segundo tempo, equiparamos o volume de jogo. O jogo ficou muito aberto, mas também muito faltoso, com quase 60 faltas. Isso, para um time leve como o Santos, atrapalha", explicou.

Após a derrota para o Bahia, o elenco santista se reapresenta às 16 horas deste domingo no CT Rei Pelé, onde fará um trabalho regenerativo. O time voltará a jogar na terça-feira, quando receberá o Estudiantes, na Vila Belmiro, pela quarta rodada do Grupo F da Copa Libertadores.

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