Hélvio Romero/AE
Hélvio Romero/AE

Santos renova contrato com o técnico Muricy Ramalho

Treinador acerta permanência no clube até dezembro de 2013 com a condição da permanência de Neymar no elenco

SANCHES FILHO, O Estado de S. Paulo

30 de julho de 2012 | 20h13

SANTOS - Muricy Ramalho está garantido no Santos até dezembro de 2013. O treinador anunciou o acerto da renovação do contrato no último dia 15, após o empate contra o Internacional, em Porto Alegre. O acordo que terminaria em dezembro deste ano foi rescindido e um novo foi assinado por ele na quarta-feira passada, antes da viagem do time para enfrentar o Atlético-MG, em Belo Horizonte, no dia seguinte. Nesta segunda, o presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro e o vice-presidente Odílio Rodrigues Filho assinaram o documento pelo clube. Pelo novo vínculo, se o técnico for convidado para dirigir a seleção brasileira, não terá de pagar multa rescisória.

Como nos dois contratos anteriores, Muricy vai ganhar menos do que os R$ 700 mil mensais que recebia no Fluminense (seu clube anterior), mas terá a recompensa de premiações altas por objetivos atingidos (títulos conquistados e classificação para a Libertadores). Consta que o técnico só teria concordado em antecipar a renovação ao ter a certeza de que realmente Neymar não deixará o Santos em 2013.

A diretoria do Santos sabe que Muricy é um dos poucos técnicos brasileiros com capacidade de tirar o time da zona rebaixamento na 13ª rodada e ainda conseguir chegar entre os primeiros do Campeonato Brasileiro, para assegurar a participação santista na Libertadores de 2013.

PENDÊNCIA - O Santos entrou nesta segunda-feira com o pedido na Fifa de liberação de Patrício Rodriguez. O armador argentino foi contratado do Independiente, da Argentina, no fechamento da janela para a vinda de jogadores do exterior, mas a AFA (Associação de Futebol da Argentina) se nega a assinar a sua liberação. Segundo os dirigentes santistas, o entrave se deve a uma pendência judicial entre o clube argentino e a AFA. O Santos fundamentou o pedido com o argumento que o jogador não pode ser impedido de trabalhar.

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