Santos segue sem nenhum reforço

O gerente de Futebol do Santos, Ilton José da Costa, passou toda esta quarta-feira esperando a resposta do pai de Juninho Paulista, Oswaldo Giroldo, para saber se o meia iria reforçar o time no Rio-São Paulo. Essa foi apenas mais uma indefinição no clube, que ainda nem sabe ondeserá a pré-temporada, que começa no dia 3 de janeiro. O principal motivo da indefinição é o tipo de proposta que os santistas estão apresentando aos jogadores. Trata-se de um contrato de risco, firmado num prazo de cinco meses, em que o atleta recebe uma parte fixa e outra que depende de seu desempenho e do sucesso do time na competição. Na prática, isso representa uma diminuição dos salários e só chegará aos níveis atuais em caso de conquista do título do torneio. Viola foi o primeiro a recusar a nova modalidade de contrato e deverá deixar a Vila Belmiro. Marcelinho Carioca, segundo os dirigentes, aceitou as condições propostas, mas ainda não assinou o compromisso. Isso, em meio às especulações de que ele estaria voltando ao Corinthians. A proposta a Juninho Paulista seguiu a mesma linha, enquanto Robert e Léo também terão de se enquadrar no novo esquema para permanecer no Santos. O próprio Cabralzinho ainda não se considera o técnico santista para a próxima temporada. Ele já foi confirmado pelo presidente Marcelo Teixeira, mas não sentiu segurança por parte do dirigente. Espera o final de seu contrato, dia 31, para ter acerteza de que continuará. Enquanto isso, segue trabalhando na montagem do time, discutindo a situação com os dirigentes. O Santos continua tentando a contratação de Oséas, mas o Cruzeiro está colocando dificuldades para a transferência do atacante. Aceita ceder o lateral Rodrigo e oferece Paulo Isidoro por Fumagalli e Rubens Cardoso. Rodrigo interessa, mas os santistas insistem em Oséas, o substituto de Viola pedido por Cabralzinho.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.