Santos sem perspectivas para 2002

A reeleição de Marcelo Teixeira, na semana passada, de nada serviu para amenizar o conturbado ambiente do Santos. A diretoria cuida da estruturação do time para a temporada de 2002, mas a maior preocupação dos dirigentes é encontrar recursos para pagar salários e outros direitos dos jogadores, principalmente os de Marcelinho Carioca e Viola. Para agravar a situação, as cobranças não param de chegar à Vila Belmiro e as especulações de que Freddy Rincón estaria retornado à casa, para receber dívida antiga, complicam ainda mais as coisas.Viola também começa a mostrar insatisfação e reforça os comentários de que não permanecerá no clube no ano que vem. Por isso, elegeu como prioridade receber os pagamentos atrasados, que beiram R$ 1 milhão. Outro jogador à espera de acertar as contas com o clube é o goleiro Carlos Germano, renegado e emprestado para a Portuguesa. E a lista não pára por aí. O zagueiro Galván tem o fim de seu contrato em fevereiro e deverá ter seu passe livre, num acordo com os dirigentes.O meio-campo Robert e o lateral-esquerdo Léo, os dois principais jogadores do Santos até a chegada das estrelas Marcelinho Carioca e Viola, esperam contratos melhores, já que foram sacrificados pela política de contenção salarial.

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