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Santos tenta manter liderança em Jundiaí

O jogo entre o Santos e o Paulista, em Jundiaí, coloca em disputa a liderança do grupo 2 do campeonato, já que apenas um ponto separa as duas equipes. Leão não mudou o esquema de jogo de seu time, que será mais uma vez extremamente ofensivo, mas destacou a qualidade do adversário. "O Paulista mostrou qualidade, é dirigido por um ex-goleiro que foi meu atleta, e será um confronto direto importante para as duas equipes. Mesmo com uma eventual vantagem para quem se classificar em segundo lugar por conta de um erro no regulamento, Leão nem pensa nessa hipótese: "Não jogo para perder e a única vez que pediram para perder uma partida, não joguei". Leão não confirmou o time para esse jogo e hoje tinha pelo menos três pequenas dúvidas: Diego estava com um desarranjo intestinal, Léo tinha dores no peito e Alex estava recuperado da contusão, mas ainda não tinha como certa sua escalação. Os três têm grande chances de jogar, conforme apontou o treinador, e Elano deverá recuperar sua condição de titular. Com isso, surge outra dúvida: quem será o centroavante? O mais provável é que Leão mantenha Robgol na posição, mas hoje o treinador fez questão de aumentar a curiosidade dos jornalistas. "Pode ser também o Basílio ou o Lopes", comentou. De qualquer forma, esses jogadores poderão entrar durante a partida, dependendo da necessidade criada no jogo. Elano ainda não sabia se seria o titular no jogo de amanhã, que ele considera de risco. "Sempre é melhor quando as duas equipes jogam de igual para igual e o Paulista deve sair para o jogo". Sobre o adversário, lembrou que Canindé, ex-Santos, atua no time de Jundiaí. "Temos de tomar cuidado com os contra-ataques, pois eles têm um grupo muito bom". Hoje, os jogadores treinaram bastante as finalizações, um dos pecados do time que, ainda que desperdiçando muitas chances de gol na partida, tem o melhor ataque da competição. O que fazer? "Além de treinar, é só conversar, mais nada", disse Leão, destacando que "o mais importante é que o Santos cria muito, está sempre muito próximo do gol". E fez uma comparação: "é mais ou menos como a equipe de vôlei chinesa jogava antigamente, vencendo pela repetição e pela insistência".

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