Santos vai à França por Deivid

O futuro do centroavante Deivid pode ser decido nesta terça-feira em Bordeaux, na França. O vice-presidente do Santos, Norberto Moreira da Silva, vai se reunir na cidade francesa com o empresário do atleta, Jorge Moraes, para saber como estão as negociações e depois irá procurar os dirigentes do clube para acertar a compra em definitivo do atleta.Deivid não escondia a ansiedade de resolver logo o assunto e informou que, com a viagem de Norberto Moreira, espera que a situação seja logo resolvida. "Fiquei muito triste em não poder jogar domingo e por ficar vendo o time empatando sem poder ajudar", comentou ele. "Por mim, já estaria com o contrato novo assinado e teria jogado contra o Juventude".A negociação entre o Santos e o Bordeaux vem se arrastando há meses. Os santistas chegaram a propor uma sociedade nos direitos federativos do atleta, mas o clube francês pretende vendê-lo em definitivo para recuperar o investimento feito. A pedida era de 6 milhões de reais, mas o próprio jogador participou das negociações para baixar esse valor.No domingo retrasado, o Bordeaux concordou em vender os direitos federativos por US$ 4 milhões, mas os santistas mandaram por intermédio de Jorge Moraes a proposta de US$ 2 milhões. Deivid não comentou como a oferta santista foi recebida pelos franceses, mas espera que com a chegada de Norberto Moreira, possa haver acordo para sua contratação em definitivo.TREINO - O Santos inicia nesta terça-feira os treinamentos para o jogo contra o Goiás, no domingo, e a grande dúvida ainda é Robinho. A diretoria convocou o atleta para o treino desta terça e decidiu puni-lo pelas faltas seguidas, mas não é certa a presença do atleta no clube nesta terça à tarde.Léo também quer uma folga, já que ficou quinze dias na seleção, mas com a situação de Robinho indefinida, acabou sendo envolvido.É que Robinho havia anunciado que não jogaria mais pelo Santos, o que irritou os dirigentes. Dessa forma, colocar Robinho em campo virou um desafio e é um complicador a mais nas negociações. Foi daí que surgiu a rigidez em relação a Léo. Uma liberalidade teria de ser estendida a Robinho e isso a diretoria não fará.

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