Ricardo Saibun/Divulgação
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Ricardo Oliveira nega influência de salários atrasados com a má fase

Clube não pagou o elenco no mês, mas atacante minimiza atraso

Estadão Conteúdo

18 de junho de 2015 | 20h12

Às vésperas do clássico com o Corinthians, marcado para este sábado, às 16h30, na Vila Belmiro, o Santos voltou a atrasar o pagamento dos jogadores. O elenco não recebeu neste mês nem o pagamento previsto na carteira de trabalho nem os direitos de imagem. Geralmente os jogadores recebem o depósito até o dia 10.

No mês passado o clube passou pelo mesmo problema e precisou de um empréstimo de R$ 8 milhões do Banco BMG para quitar a dívida. Desse montante, R$ 3,5 milhões foram usados somente para pagar uma dívida com Robinho.

O clube liberou o meia Lucas Lima para negociar a ida para o Porto, de Portugal. Em uma carta, o presidente Modesto Roma Junior autoriza o jogador a viajar à Europa para fazer exames médicos e fechar a negociação.

Ricardo Oliveira negou nesta quinta-feira, porém, que a má fase da equipe esteja relacionada aos atrasos salariais. O atacante lembrou que no último Paulistão, conquistado pelo time santista, a equipe já conviveu com a mesma realidade de problemas financeiros.

"Nós fomos campeões do Paulista na mesma situação. Os problemas estavam aí e conseguimos superar todas as dificuldades. O que existe é muita boa vontade e trabalho para solucionar esta situação. Nosso time tem toda a capacidade para vencer o jogo contra o Corinthians. Não vale a pena tocarmos neste assunto (dos salários)", ressaltou o jogador, dizendo que o time hoje só está em situação difícil no Brasileirão por causa de "erros pontuais em algumas partidas".

E Ricardo Oliveira espera poder manter o seu bom retrospecto em clássicos, pois neste ano eme fez seis gols em partidas deste tipo. "Jogar um clássico é especial, independente de cada time. Todos se enchem de confiança. Sabemos que pode ser um divisor de águas na competição. Para nós é muito importante vencer esse jogo", enfatizou.

O atacante ainda ressaltou que o Santos não pode "repetir os mesmos erros" de outras partidas. "O Brasileiro é muito difícil. Quando se dá chance ao adversário se paga caro. Por isso procuramos nos ajustar", completou.

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