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São Caetano derrota o líder Cruzeiro

No confronto da melhor defesa contra o melhor ataque, venceu o primeiro. O São Caetano ganhou do Cruzeiro, por 2 a 0, neste sábado à tarde, no Estádio Anacleto Campanella, com um forte poder de marcação e excelente aproveitamento nas finalizações. A vitória deixou o time do ABC com 38 pontos. O Cruzeiro divide a ponta do Campeonato Brasileiro com o Santos. Os dois estão iguais em pontos (48), vitórias (14), mas o time mineiro leva vantagem no saldo de gols - 21 a 19. A vitória do São Caetano foi justa, porque o time manteve o seu ponto forte, a marcação, sem deixar de atacar nos momentos certos. O time do ABC tem a melhor defesa do Brasileiro com 21 gols. O líder Cruzeiro, que continua com o melhor ataque (53 gols), ao invés de mostrar uma postura ofensiva se preocupou excessivamente em marcar. Daí, se deu mal. O técnico Vanderlei Luxemburgo exagerou ao escalar três zagueiros: Cris, Luisão e Edu Dracena. A marcação do time da casa funcionou muito bem. Alex não teve espaço, sendo bem vigiado por Marcelo Mattos e Mineiro. Enquanto isso, os zagueiros anularam a movimentação de Aristizábal. Dominando a marcação, o São Caetano ousou atacar o adversário por onde deveria: pelas laterais do campo, com destaque para a grande atuação do lateral-esquerdo Zé Carlos. De seus pés saiu o primeiro gol. Ele foi lançado pelo lado esquerdo. Enquanto a defesa pedia impedimento, o lateral fez o cruzamento para Marcinho, do outro lado, que só completou, aos 42 minutos. No intervalo, Luxemburgo corrigiu seu erro ao tirar um zagueiro, Edu Dracena, para a entrada de Maicon. Aproveitou para tirar o apagado Alex Alves para a entrada de Alex Dias, dois recém-contratados. Além disso, pediu aos seus jogadores no vestiário para que diminuíssem os espaços do São Caetano e buscassem o gol incessantemente. Só não esperava sofrer o segundo gol tão rápido. Aos 9 minutos, Adhemar cobrou escanteio e Maurinho aliviou para dentro da área. O zagueiro Serginho chutou cruzado com o pé direito e ampliou: 2 a 0. Pouco inspirado, o Cruzeiro não chegou a criar chances reais de gols. O São Caetano manteve o mesmo ritmo forte de marcação, de muita pegada como gosta de falar o técnico Tite. Assim foi até o final.

Agencia Estado,

09 de agosto de 2003 | 18h13

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