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São Caetano promete jogo histórico

Para se dar bem no confronto contra o Boca Juniors, atual campeão mundial, uma das receitas do São Caetano é não ter medo do adversário. Jogar de igual para igual e se impor em casa na disputa do primeiro jogo das quartas-de-final da Taça Libertadores. "Vamos entrar sem medo de ser feliz", avisa o lateral-direito Ânderson Lima, um dos mais experientes do grupo. Entre os jogadores, é grande a expectativa de enfrentar um time tão importante quanto o Boca. "É sonho de qualquer time brasileiro, ganhar do Boca na Libertadores", disse o meia Anaílson, que esteve nas principais decisões em que o São Caetano disputou - o Campeonato Brasileiro de 2001 e a Copa Libertadores de 2002, além do título paulista, no mês passado. "Quem não gosta de se classificar passando por uma equipe como o Boca Juniors?", perguntava o jogador. "Quem vier ao estádio pode esperar uma partida história, inesquecível." Para o técnico Muricy, é preciso que oSão Caetano tenha muito cuidado, porque o Boca Juniors é um time que faz uma marcação muito forte e rouba a bola para acionar os atacantes Tévez e Schelotto, as estrelas do time. "São os dois jogadores mais importantes do Boca. Eles também tem um lateral da seleção (Clemente Rodríguez, lateral-esquerdo)", observa Muricy. "É um time muito parecido com o do ano passado. É uma equipe que sabe o quefaz." O treinador do São Caetano acha que a experiência de o time ter disputado outras edições da Libertadores (2001 e2002) facilitará o trabalho nesta quinta. "A nossa vantagem é que sabemos jogar sob pressão. No México (contra o América, pelas oitavas-de-final), tomamos o gol, mastivemos calma para tocar a bola, esperara o momento certo e empatarmos." Para o lateral Ânderson Lima, a importância do treino secreto desta quinta-feira foi muito grande. "Porque o Bianchi (Carlos Bianchi, técnico do Boca) estuda muito o adversário", disse o jogador. "O Boca em qualquer lugar é sempre muito difícil. O que temos de fazer é, em primeiro lugar não ter medo e respeitar oadversário. Sem a bola, ter uma marcação muito forte e, com ela, usar toda a nossa qualidade.Não adianta ir para cima. Temos de ser inteligentes porque é um jogo de 180 minutos." Segundo Ânderson, outro segredo paranão ser surpreendido é ter atenção redobrada. ?Não adianta nada atacarmos, atacarmos e, em um lance, baixarmos a guarda e tomarmos o gol", disse Ânderson, um dos responsáveis pela bola parada. O lateral revelou que tanto ele quanto Triguinho, o lateral-esquerdo, estão liberados para atacar. Com uma nova forma de atuar, como definiu o treinador Muricy, o São Caetano espera obter um bom resultado e provar que já tem condições de ocupar um lugar entre os grandes do futebol brasileiro. Nesta quarta-feira, além do Boca Juniors, o técnico Muricy Ramalho tinha outra preocupação: a maratona de jogos. "Mal vai acabar o jogo contra o Boca e teremos de nos concentrar para o Campeonato Brasileiro (no sábado, o time enfrenta oVasco, no Anacleto Campanella). Depois do jogo, já vamos viajar para a Argentina.Fica complicado", reclamou o treinador.

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