São Caetano reclama do juiz argentino

Decepção e nervosismo entre os jogadores do São Caetano após o inesperado tropeço em casa, nesta quinta-feira à noite, com o empate por 1 a 1 com o Peñarol. A situação do time brasileiro na Taça Libertadores da América, agora, ficou complicada porque não depende só dele. A reclamação maior era de que o juiz argentino Cláudio Martin deveria ter dado mais do que os três minutos de acréscimos. "Eles fizeram cera o tempo normal e o juiz só deu três minutos. É muito pouco, um absurdo", gritava o lateral Anderson Lima. O zagueiro Serginho lamentou o fato de ter "tomado um gol bobo" no primeiro tempo e reconheceu que depois o time "não soube superar a retranca". O técnico Muricry Ramalho foi mais comedido. Para ele, o time não conseguiu superar "as duas linhas de quatro" armada pelo técnico Diego Aguirre, que festejou muito o resultado. É que tudo agora será decidido na última rodada, dia 15, quando os uruguaios recebem, em Montevidéu, o América do México. O São Caetano irá até a Bolívia para enfrentar o The Strongest. O segundo lugar no grupo - o primeiro deve ficar com o América - pode assegurar uma vaga na respescagem. Pelo regulamento, cinco segundos colocados se classificam direto para a outra fase. Enquanto isso, quatro piores segundos colocados vão brigar por duas vagas na repescagem.

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