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São-paulino admite excesso em declaração sobre Ronaldo

Vice-presidente de futebol do clube, Leco, havia dito que corintiano era um 'ex-jogador' após a 1.º jogo da semi

AE, Agencia Estado

20 de abril de 2009 | 14h12

SÃO PAULO - Carlos Augusto de Barros Silva, o Leco, admitiu nesta segunda-feira, através de nota oficial divulgada pelo São Paulo, que se excedeu ao afirmar que Ronaldo era um ex-jogador. Domingo, após a vitória que classificou o Corinthians para a decisão do Campeonato Paulista, o atacante disse que o vice-presidente de futebol do São Paulo era um "babaca".

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"Minha observação pode merecer a interpretação de um equívoco, fruto de uma reação carregada de emoção, mas não teve outra conotação que não a de manifestar minha surpresa e inconformismo diante de um ato jamais visto na gloriosa carreira desse jogador", afirmou Leco, culpando a emoção causada pela entrada dura de Ronaldo no zagueiro André Dias por sua declaração. 

O dirigente, porém, acredita que a repercussão de sua opinião foi exagerada. "O meu comentário sobre o Ronaldo acabou ganhando proporções desmedidas, muito além da reprovação que fiz do gesto antidesportivo por ele praticado intencionalmente contra um colega de profissão, num momento de irreflexão e agressividade", disse.

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