São-paulinos aceitam as cobranças, mas pedem calma

A fraca atuação na derrota para o Bragantino na estreia do Campeonato Paulista já fez a torcida são-paulina vaiar a equipe e protestar contra a diretoria, que até agora contratou apenas dois jogadores para a nova temporada. Desta forma, o clima esperado para o duelo contra o Mogi Mirim nesta quarta, às 22 horas, no Morumbi, é de tensão caso o São Paulo não consiga se impor e conquistar a vitória.

FERNANDO FARO, Agência Estado

21 de janeiro de 2014 | 21h17

Os jogadores sabem que podem ver novos protestos, mas não tiram a razão dos são-paulinos. Para eles, a torcida ainda sente os reflexos do péssimo 2013 e está irritada pela aparente falta de evolução do fim do ano passado para o início do atual.

"Nosso torcedor está magoado, terminou um ano não muito bom e vem com o pensamento do São Paulo pelo menos brigando por alguma coisa. Eles acham que alguma coisa vai mudar e aí nada acontece no primeiro jogo? Eles vão cobrar e têm razão. É normal", resumiu o lateral Luis Ricardo, que no ano passado defendia a Portuguesa e já sentiu o clima de cobrança no primeiro jogo pelo novo clube.

Os atletas, no entanto, pedem calma nos primeiros jogos e lembram que a temporada está apenas no começo e que o elenco ainda não está em suas condições físicas ideais. Por isso, esperam que a torcida tenha paciência nesta quarta-feira e não comecem a partida já pressionando o time.

"Não serei hipócrita dizendo que quero chegar recebendo vaia. Quero receber apoio, mas, como será a primeira vez que jogo lá (no Morumbi), espero apoio. Sei que a torcida está chateada e saiu de Bragança triste. Se eles vão nos apoiar desde o início eu não sei, mas se vão ao Morumbi é para torcer", completou Luis Ricardo.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolSão Paulo FCPaulistão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.