São Paulo comemora o bom momento

O São Paulo está em festa. Havia anos que o clube não tinha um início de temporada com resultados tão bons e com ambiente tão tranqüilo. A vitória de quarta-feira sobre o Alianza, em Lima, elevou ainda mais o astral do elenco, da comissão técnica e da diretoria, que não fazem questão de adotar discurso modesto. Acham que o time, com alguns ajustes, vai brigar por títulos, como o da Libertadores, principal objetivo para 2004."A vitória no Peru foi a arracanda para nosso projeto", declarou o presidente Marcelo Portugal Gouvêa. O time é líder do grupo A do Campeonato Paulista, com 10 pontos - 3 vitórias e 1 empate - e divide a primeira posição de sua chave na Libertadores com a Liga Deportiva Universitária, do Equador. Além disso, ganhou seus últimos quatro jogos - todos fora de casa - e está invicto no ano.A delegação deixou Lima, na tarde desta quinta-feira, dominada por clima de euforia. Todos temiam pela estréia na Libertadores, embora soubessem da superioridade em relação ao adversário, o Alianza. "Ganhar fora de casa é sempre difícil, foi importante começarmos com uma vitória", afirmou Luís Fabiano.Rogério Ceni, um dos mais entusiasmados, comentou que "a diretoria fez contratações maravilhosas" e, por isso, aposta numa temporada vitoriosa. "Temos bem mais opções no grupo do que no ano passado", comparou o goleiro.Ao contrário do corintiano Juninho Fonseca, que quebra a cabeça para escalar 11 jogadores para o clássico de domingo, contra o São Paulo, Cuca tem opções de sobra. Para a zaga, além de Fabão e Rodrigo, conta com Lugano. Na lateral-esquerda, pode escolher entre Fábio Santos e Gustavo Nery. No meio, tem pelo menos dois bons reservas, Vélber e Danilo. E, para o ataque, aposta na dupla Luís Fabiano-Grafite, mas, em caso de necessidade, pode optar por Jean ou Diego Tardelli.O treinador, que deve fazer uma ou duas alterações para o confronto com o Corinthians, vai alertar o elenco para que deixe de lado o clima de euforia. Cuca sabe da importância que os torcedores dão para essa partida por causa da rivalidade. O presidente Marcelo Portugal Gouvêa, por sinal, pediu o apoio da torcida para o clássico. E exagerou ao dizer que o número de são-paulinos está ulltrapassando o de corintianos.

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