São Paulo critica FPF por escolha do Palestra Itália

Presidente Juvenal Juvêncio divulga comunicado e diz que opção pelo estádio palmeirense 'agride o bom senso'

Agência Estado,

09 de abril de 2008 | 23h10

A diretoria do São Paulo divulgou um comunicado na noite desta quarta-feira em que critica a Federação Paulista de Futebol (FPF) pela escolha do Estádio Palestra Itália para a realização do segundo jogo da semifinal do Paulistão, dia 20 de abril, contra o Palmeiras. O documento assinado pelo presidente do clube, Juvenal Juvêncio, revela "espanto" e "preocupação" com a partida no campo do rival. Veja também: O Palestra Itália tem condições de sediar o segundo jogo da semifinal? 67.815 ingressos para o primeiro clássico São Paulo x Palmeiras  Quais times estarão na final do Campeonato Paulista? Os números e destaques dos confrontos das semifinais Segundo o São Paulo, a escolha do Palestra Itália "agride o bom senso" e contraria os "pareceres emitidos pelo Ministério Público, que vetou a arena por considerá-la inapta para a ocasião". Para Juvenal Juvêncio, jogar no estádio palmeirense coloca "em risco a segurança dos torcedores e de parte da população da cidade que vive ou transita naquela região". O comunicado são-paulino ainda lembra que o presidente da FPF, Marco Polo del Nero, tinha vetado o Palestra Itália, por considerá-lo um "barril de pólvora". E diz que o próprio Palmeiras já tinha desistido de jogar em seu estádio, por ter "consciência do risco". No protesto, o São Paulo diz não entender os "interesses" da FPF ao tomar essa decisão e ainda apela para que ela seja revertida. No fim, resignado, o presidente Juvenal Juvêncio avisa que exigirá 10% da capacidade do Palestra Itália em ingressos para a torcida são-paulina, a mesma quantidade destinada aos palmeirenses para o jogo no Morumbi, já neste domingo, quando acontece o primeiro confronto da semifinal do Paulistão.

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