São Paulo espera dificuldades na 1.ª fase da Libertadores

Para Jorge Wagner, competição será mais complicada do que no ano passado; estréia é contra o Nacional-COL

Giuliano Villa Nova, O Estado de S. Paulo

13 de fevereiro de 2008 | 16h24

Daqui a duas semanas, o São Paulo estréia na Libertadores, contra o Nacional de Medellín, na Colômbia. E a participação na fase de grupos do torneio continental já mexe com a cabeça dos jogadores - especialmente depois que foi definido o último adversário: o Audax Italiano, do Chile, que eliminou o Boyacá Chicó, da Colômbia, na seletiva. "Neste ano, a competição será ainda mais difícil do que no ano passado", opina o meia Jorge Wagner. "Os times brasileiros são fortes e os argentinos estão reforçados", resume o jogador. Mas, antes de enfrentar as equipes da Argentina, os são-paulinos terão de superar rivais complicados no Grupo 7. "Logo de cara, vamos estrear fora de casa, e contra um time muito tradicional", observa Jorge Wagner, a respeito da equipe colombiana, campeã da Libertadores em 1989. "O Audax também é um bom time, e tem um estádio difícil de se jogar, com um gramado de dimensões menores e muito duro, no qual a bola quica bastante", explicou. De fato, o Audax Italiano não traz boas recordações para o time do Morumbi, que fez o primeiro jogo na Libertadores do ano passado justamente contra o time chileno e não passou de um fraco empate por 0 a 0. No jogo de volta, em São Paulo, os chilenos jogaram melhor, mas a igualdade por 2 a 2 classificou a equipe de Muricy Ramalho para as oitavas-de-final. "Os jogos da Libertadores são sempre complicados, porque se uma equipe está nesse torneio é porque tem seus méritos", opinou o zagueiro André Dias. A comissão técnica do São Paulo já busca informações sobre os primeiros adversários na Libertadores. Mas encontrar esses detalhes nem sempre é tarefa fácil para o técnico Muricy Ramalho. "A Libertadores é sempre difícil, mas o que pode torná-la mais complicado são esses times que a gente nunca ouviu falar, como o Coronel Bolognesi [do Peru, adversário do Flamengo]", opinou o treinador. "Mas os times brasileiros serão favoritos, pelos times que conseguiram montar este ano", analisa Muricy. Além do Nacional de Medellín e do Audax Italiano, o Sportivo Luqueño, do Paraguai, faz parte do Grupo 7 da Libertadores. As duas melhores equipes da chave classificam-se para as oitavas-de-final.

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