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São Paulo: Marco Antônio está voltando

O meia Marco Antônio, que está emprestado ao Náutico, reuniu-se com o técnico Leão sábado passado. O assunto foi a volta do jogador ao Morumbi, o que acontecerá o ano que vem. Leão mostrou estar acompanhando - e aprovando - o trabalho de Marco Antônio em Pernambuco. O jogador tem contrato com o São Paulo até setembro de 2007. O compromisso com o Náutico se encerra assim que terminar a participação do clube pernambucano na Série B do Campeonato Brasileiro. O Náutico tem quatro pontos no Grupo B, e ainda luta, com poucas chances, por uma das duas vagas para o quadrangular final, já que Avaí e Bahia, concorrentes diretos, estão com nove pontos ganhos.Além de Marco Antônio, o São Paulo tentará ainda a contratação de outro meia. Há três nomes sendo analisados. O primeiro, e mais caro, é o de Roger, do Fluminense, mas cujo vínculo pertence ao Benfica, de Portugal. Opções mais baratas e, quando se fala em termos de São Paulo, mais plausíveis, são as de Cristian, do Paraná Clube e Ênio, do Mogi Mirim, e que disputou a Série B pela Portuguesa.Os meias, apesar de tantas opções, não são a principal preocupação para a montagem do time para 2005. Até Grafite, que marcou três gols contra o Atlético-MG, sabe onde o time precisa se reforçar. "Eu e o Diego Tardelli não somos como o Luís Fabiano, que tem grande presença na área. Precisamos de um jogador assim, que sempre seja uma referência para o time", diz o jogador, que prefere atuar pelo lado direito do ataque.Leão não fala sobre reforços. Já falou - e muito - quando ainda havia possibilidade de inscrições para o Campeonato Brasileiro. "Todo mundo sabe que o São Paulo precisa de um atacante nato, de alguém com mais presença."Um jogador desse tipo chegará ao Centro de Treinamentos em poucos dias. É Luizão, que vem para fazer um trabalho de recuperação fisioterápica e não para jogar. A proximidade, porém, pode facilitar algum tipo de contato para o próximo ano.A tática de contratações em 2005 será diferente da usada no início do ano. Nada de 14 jogadores, para a montagem de um novo time. O São Paulo, agora, buscará poucos, porque considera que há pouca coisa a ser consertada.A zaga, por exemplo, deixou de ser um problema como nos tempos de Oswaldo de Oliveira. Já havia melhorado com Rojas e Cuca, mas atingiu um grau de eficiência muito alto com Leão. O time sofreu apenas seis gols nos onze primeiros jogos do ano. Lugano, Fabão e Rodrigo agradam, mas o treinador gosta do esquema 4-4-2, e só não o utilizou por falta de tempo para treinamento. Para o ano que vem, um deles deve perder a posição. Para um meia, tão procurado.

Agencia Estado,

20 de outubro de 2004 | 18h22

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