Rubens Chiri/Divulgação
Rubens Chiri/Divulgação

São Paulo não se abate com gols sofridos e projeta evolução durante a temporada

Equipe treinada por Rogério Ceni já levou 13 gols no Campeonato Paulista

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

03 de março de 2017 | 11h38

Os 13 gols sofridos, que colocam o São Paulo como a segunda pior defesa do Campeonato Paulista, à frente apenas do Linense, já parecem não abater os jogadores. As falhas na zaga são minimizadas pela eficiência no ataque e, segundo os atletas, é questão de tempo para os problemas serem resolvidos.

"Eu prefiro ganhar, não importa o placar e sim os três pontos", explicou o lateral-esquerdo Junior Tavares, respondendo se preferia ganhar de 1 a 0 ou de 5 a 3. "O futebol é resultado e a gente está correspondendo. Vamos trabalhar para corrigir os problemas na defesa e na temporada isso vai mudar", continuou.

Enquanto o sistema defensivo é questionado, o ataque vem fazendo o seu papel. Já são 17 gols marcados, o melhor número do Paulistão. "O ataque do São Paulo está bem demais", comentou Junior Tavares, que viu sua vida mudar neste ano ao ser contratado pelo São Paulo (ele era da base, emprestado pelo Grêmio) e virar titular do time.

Como atua na defesa, o lateral espera que nas próximas partidas o time consiga se acertar atrás para que os resultados venham com mais tranquilidade. "Os gols acontecem, todos os clubes sofrem gols. Nossa equipe está jogando muito para frente, temos conversado sobre isso e estamos trabalhando da melhor maneira para corrigir isso", explicou.

O jogador vibra com o sucesso dos garotos da base. De sua geração de Cotia, muitos estão entre os profissionais, como Luiz Araújo, Shaylon, Araruna e Lucas Perri, entre outros. O lateral-direito Foguete estava treinando com os companheiros, mas foi emprestado para ganhar experiência no Vila Nova, de Goiás.

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