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São Paulo pronto para conseguir virada

Para continuar sonhando com um título em 2004, o São Paulo precisa vencer duas vezes em cinco dias o seu mais duro rival nos últimos dois anos. A primeira chance será nesta quarta-feira à noite, quando recebe o Santos no Morumbi e precisa ganhar por 2 gols de diferença para seguir na Copa Sul-Americana - perdeu na Vila por 1 a 0. Depois, os dois times voltam a se enfrentar no domingo, pelo Campeonato Brasileiro.Mais que um rival, um algoz, o Santos pode se orgulhar de ter o São Paulo na conta de "freguês". Foram sete vitórias santistas contra apenas duas são-paulinas nos últimos nove jogos.A mudança, se vier, virá pelas mãos de quem construiu o "tabu". Leão, técnico do São Paulo, esteve presente nos oito últimos confrontos entre os dois times. Os sete primeiros pelo Santos e o último, já no comando são-paulino.Ganhou cinco vezes e perdeu duas, pelo Santos. E perdeu mais uma, pelo São Paulo, no último dia 10, já na Sul-Americana. São números e situações que ele despreza. "O importante é que eu digo aos meus jogadores que não há barreiras intransponíveis. O que passou, passou. E eles podem vencer esses dois jogos, não há dúvida alguma", disse o técnico.Leão não fala em dois jogos. O desta quarta-feira é considerado o segundo tempo de uma partida que começou há dez dias. "Estamos perdendo por um a zero e vamos entrar em campo mentalmente preparados para a virada", afirmou.Ele não terá, uma vez mais, César Sampaio. O volante, que se recupera de uma fratura no nariz e de um corte na nuca, fará sexta-feira o primeiro treino coletivo após as contusões, ocorridas no jogo contra o Palmeiras. "Depois do treino, vamos ver se ele está apto para voltar domingo. E os meninos estão jogando bem", revelou Leão, referindo-se aos volantes Alê, 18 anos, e Renan, 19.Leão aposta na recuperação de Danilo, que está com febre e amidalite, ausentando-se dos treinos na semana. Caso não jogue, as maiores possibilidades ficam para Nildo, que perdeu o lugar no time titular com a ascensão do atacante Jean."Achei meio estranho sair do time, mas a vontade de trabalhar aumentou. No último jogo contra o Santos, muitos de nossos jogadores atuaram abaixo da média. Agora, temos de reagir", avisou Nildo.

Agencia Estado,

19 de outubro de 2004 | 19h03

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