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São Paulo quer homenagear Rogério

Rogério Ceni, herói da classificação são-paulina para as quartas-de-final da Libertadores, quarta-feira, será homenageado pela diretoria por seus bons serviços prestados nos últimos anos. Falta definir apenas a data da festa, sua forma e como o evento vai ser realizado. O goleiro já entrou para a galeria dos grandes astros da história do clube, é o maior ídolo do torcedor no momento, ao lado de Luís Fabiano, e adorado pela cúpula tricolor, que renovou seu contrato até a metade de 2008. Para se realizar completamente, falta alcançar duas metas: o título da Libertadores e a marca de 600 jogos com a camisa tricolor ? tem, hoje, 525 partidas e 29 gols. O recordista é Valdir Peres, com 597. O número 1 da equipe do Morumbi já recebeu algumas placas comemorativas dos dirigentes ? por ter realizado 500 jogos pelo time e por ter feito o milésimo gol do São Paulo em Campeonatos Brasileiros, entre outras. Se mantiver o nível, poderá ver seu repertório crescer ainda mais, apostam os são-paulinos. ?O Rogério é espetacular, não entendo como não é convocado para a seleção brasileira?, comentou o presidente Marcelo Portugal Gouvêa. Rogério deixou o Morumbi, no início da madrugada de quinta-feira, ovacionado pelos torcedores. Além de ter defendido dois pênaltis, convertido em gol sua cobrança, teve ótima atuação durante os 90 minutos, que garantiu a vitória sobre o Rosario Central, da Argentina. Ainda com a garganta irritada, por causa dos resquícios de uma amidalite, o goleiro chegou à sua casa no início da madrugada e tomou um remédio para conseguir dormir. ?Peguei no sono umas 3h30 da manhã. Precisava me recuperar, porque fazia três noites que não dormia.? Acordou, nesta quinta, por volta das 12h30, quando ligou seu celular e encontrou 20 recados. ?Eram os amigos. Muita gente disse que a noite de quarta-feira foi a mais feliz dos últimos 10 anos.? Realmente, fazia mais de 10 anos que o time não tinha noite tão alegre e emocionante por um confronto de Libertadores. Após o treino, deu inúmeras entrevistas, antes de ir a uma igreja para assistir à missa do padre Marcelo Rossi. Queria agradecer por ter vivido um dos momentos mais marcantes da carreira. ?Foi especial.? Chega de sofrimento? ? Rogério acha que o time e os torcedores passarão por outras ocasiões sofridas até o fim da Libertadores, embora mostre otimismo. O clube inaugurou, coincidentemente na quarta-feira, um centro médico no Morumbi, para casos de emergência. Por sorte, ninguém precisou utilizá-lo.

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