São Paulo quer que CBF pague os custos

O São Paulo não se refutou a comparecer à reunião desta terça-feira entre os dirigentes de clube que tentam anular a decisão do presidente do STJD, Luiz Zveiter, de mandar refazer os 11 jogos apitados por Edílson Pereira de Carvalho no Brasileirão. Representado pelo diretor de planejamento João Paulo de Jesus Lopes, o clube, entretanto, pulou fora do barco e não endossou o pedido de cassação da liminar. Foi contra a maioria.?Entendemos que a decisão do STJD foi acertada. A anulação das 11 partidas apitadas por Edílson foi a melhor solução encontrada para salvar o torneio. Respeitamos a decisão dos outros clubes de tentar brigar pelo que eles acham correto, mas pleiteamos outraalternativa?, explicou o dirigente do São Paulo.A preocupação do São Paulo diz respeito, sobretudo, a quem pagará a conta no fim do mês. E João Paulo de Jesus Lopes entende que os gastos pertencem à CBF, a organizadora do Campeonato Brasileiro. ?Não achamos justo ter de pagar novamente todas as taxas referentes à organização de uma partida, como arbitragem, exames antidoping, 5% da renda à própria CBF?, argumentou o dirigente.Segundo o dirigente do São Paulo, o clube gasta em média R$ 25 mil para fazer funcionar o Morumbi em dia de jogo. ?Entendemos que a CBF é quem deveria arcar com essas despesas extras?, afirmou.O São Paulo tem duas partidas a refazer por conta dos resultados manipulados pela arbitragem: contra Corinthians e Ponte Preta.

Agencia Estado,

04 de outubro de 2005 | 18h46

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