São Paulo se arma contra cambistas

Os cambistas estão com seus dias contados, pelo menos em jogos no Morumbi. O São Paulo descobriu que boa parte dos ingressos que chegam à mãos dos combistas são os chamados ?ingressos físicos? - aqueles cedidos aos patrocinadores, os destinados aos jogadores e à comissão técnica (três para cada um) e aos proprietários das seis mil cadeiras cativas que existem no estádio. Para resolver o problema, o São Paulo vai mudar esse tipo de ingresso. Os bilhetes que forem distribuídos a convidados - jogadores, parceiros e patrocinadores, terão inseridos em sua face principal o nome do beneficiado. Exemplo: Luis Fabiano, comissão técnica, patrocinador. Já em relação aos ingressos das seis mil cativas, o clube vai criar um sistema de acesso inteligente, segundo informa o doutor João Paulo de Jesus Lopes, diretor de Planejamento que participa da comissão que estuda soluções para a questão. "No lugar do ingresso físico que hoje é comprado nas bilheterias e que pode acabar facilmente nas mãos dos cambistas, o proprietário da cativa terá um cartão com um chip que lhe dará acesso diretamente nas catracas eletrônicas", explica o doutor João Paulo. De sua parte, o presidente Marcelo Portugal Gouvêa considera a questão dos cambistas ?gravíssima? e cobra um ponto final no problema. Por isso mesmo fez questão de escolher a dedo os integrantes da comissão. Além de João Paulo de Jesus Lopes, participam gente de peso na diretoria: Antonio Ferreira Batista, diretor Administrativo; Oswaldo de Abreu, diretor Financeiro; Juvenal Juvêncio, vice-presidente de Futebol; e o coordenador das ações, o vice-presidente de Administração e Finanças, Roberto Natél.

Agencia Estado,

27 Agosto 2004 | 16h56

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