São Paulo se arma para combater pirataria

Imagine, são-paulino, comprar uma camisa oficial de seu time por US$ 5,00 ou R$ 15,00. Parece brincadeira, mas foi a medida encontrada pelo clube para driblar a pirataria. A diretoria de Marketing mantém contato com a Topper, fornecedora de materiais esportivos, a fim de pôr em prática o projeto até o fim do ano. "A idéia é lançarmos para o dia da criança", diz Eduardo Morato, executivo de Marketing. A empresa já fez uma camisa experimental, mas sugeriu o preço de R$ 20,00. O São Paulo batalha para reduzi-lo a R$ 15,00 antes de colocá-la no mercado. O layout será o mesmo e a grande diferença estará no tecido. Atualmente, uma camisa do São Paulo custa cerca de R$ 100,00. O objetivo é comercializar o novo produto em lugares como as lojinhas oficiais do clube ou unidades da lanchonete Habib?s - um dos patrocinadores - e, assim, fazer concorrência à pirataria. As camisas mais caras seguirão à venda em shoppings ou em casas destinadas ao público de maior poder aquisitivo. Parceiro americano - O clube fechou, hoje, acordo com o grupo americano Life Fitness, que fará, nas próximas semanas, reformulação na sala de musculação do Centro de Treinamento. A empresa colocará novos equipamentos no local em investimento que atinge US$ 300 mil. Em troca, a Life Fitness terá seu nome estampado na camisa de treino da equipe, no site oficial e, possivelmente, em placas no Morumbi.Coletivo - O time fez, hoje, o último coletivo antes do jogo de sábado, contra o Paysandu. Ricardinho treinou entre os titulares, não sentiu nada e tem boas chances de jogar. Kleber será o companheiro de Luís Fabiano.Lugano perdeu o lugar para Júlio Santos e Leonardo para Simplício.

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