Divulgação
Divulgação

São Paulo se divide em relação à permanência de Alvaro Pereira

Enquanto o presidente Aidar acha que o jogador não é importante para o time, o diretor de futebol defende sua renovação de contrato

O Estado de S. Paulo

20 de dezembro de 2014 | 16h53

O São Paulo está dividido em relação à permanência do lateral Alvaro Pereira no time. O jogador tem contrato até o meio de 2015, mas parece não ter agradado ao presidente Carlos Miguel Aidar, que nesta semana bateu forte na mesa para rebater críticas de seu desafeto Juvenal Juvêncio e está disposto a fazer valer suas vontades presidenciais. Ocorre que o diretor de futebol do clube, Ataíde Gil Guerreiro, pensa diferente e tentará argumentar com o chefe em defesa do jogador.

Em meio a esse fogo cruzado, Alvaro Pereira dá indicações de que não quer mais ficar no Morumbi. Ele entende que a diretoria, ou parte dela, desdenha de seu trabalho. Com contrato de seis meses apenas, o jogador já pode se acertar com outro clube. Há dois interessados. Um deles é o Palmeiras. O outro é o argentino River Plate.

O Palmeiras já andou conversando com representantes do jogador e espera por uma decisão. Paulo Nobre está louco para que o jogador pule o muro dos CTs. Além de precisar de um lateral melhor que Juninho, o cartola ficaria muito contente se pudesse dar o troco nos desafetos são-paulinos em relação à perda de Alan Kardec.


Ataíde, no entanto, espera convencer Aidar da importância de Alvaro Pereira para o São Paulo, sobretudo na Libertadores, que acaba em agosto. Mesmo assim, o jogador pode forçar sua saída para recomeçar o ano com mais tempo de contrato. Estima-se que o lateral ganhe R$ 300 mil, um valor alto para os padrões do Palmeiras. O River, da mesma forma, espera por uma resposta do uruguaio.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.